quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Esposas/cunhadas trocadas

Conheça esta bela história de duas irmãs e seus maridos:

Conheci minha esposa a Vera, através do meu melhor amigo o Damião, que mantinha uma relação amorosa com ela, com mesmo sendo casado com a irmã mais velha dela. Não fiquei chocado, pois antes de conhecê-la, meu amigo já tinha me confidenciado esse segredo. Talvez por minha iniciação sexual ter sido com esse amigo, não escondíamos nada um do outro.
Damião há tempo mantinha relações sexuais com sua cunhada, mas sempre preservando sua virgindade, pois tinha medo de engravidá-la.
Cheguei um dia na chácara do sogro desse meu amigo e não encontrei ninguém em casa, deduzi que tinham ido pra cidade, pois a camioneta não estava na garagem.  Estava caminhando pela chácara e quando chego a galpão de granja abandonado, bem afastado da casa principal, ouço barulho e me aproximo pra ver se era ele.
Deparo-me com uma cena que até hoje não me sai da cabeça. Vera vestida com uma saia longa com as pernas abertas, e Damião ajoelhado na sua frente chupava sua bucetinha todo coberto pela sai. Coma ela se equilibrada em um caibro do telhado e na outra segurava sua calcinha.
Vera com seus olhos fechados gemia de tesão enquanto em imaginava a boca do seu cunhado explorando sua bucetinha. Ajeitei-me num canto e presenciei a cena me acabando numa punheta.
Damião se levantou se encostou na parede e sua cunhada tomou seu lugar, abaixou sua bermuda e saltou pra fora seus 22 cm de pica que ela sem pestanejar tentava engolir, mas era muito grande para caber na sua boquinha.
Vera chupava gostoso o pau do seu cunhado que delirava forçando sua cabeça de encontro ao seu corpo tentando fazer com que ela engolisse todo seu pau, mas quando chegava à sua garganta, Vera fazia ânsia de vômito e seu cunhado aliviava um pouco.
Quando estava em ponto de bala Damião pegou sua cunhada, encostou-a na parede de costa pra ele, levantou sua saia e a puxou de forma que Vera com as mãos apoiadas na parede arrebitava sua bundinha para que Damião a penetrasse por trás.
Damião molhou seu pau, cuspiu no cu dela e foi enfiando devagar fazendo desaparecer por completamente até seus bagos encostar-se à xana da sua cunhada.
Vera com movimentos cadenciados rebolava na rola do seu cunhado enquanto Damião apalpava seus seios.
Aos poucos Damião foi aumentando o ritmo e pelos gritinhos da Vera, percebi que estava gozando.
Damião retirava quase todo seu pau e atolava sem dó no cu da sua cunhada que gemia sem parar jogando seu corpo pra trás para agasalhar todo o caralho do cunhado.
Conforme Damião ia aumentando a intensidade do vai e vem, os gritinhos da Vera iam se transformando em ganidos roucos que de forma ruidosa saía de sua garganta.
Damião segurou firme na cintura dela e deu um grito despejando toda porra acumulada no cu da sua cunhada, e eu com as pernas bambas, gozava pela segunda vez na minha mão.
Quando fui me retirar para que eles não notassem minha presença, me tropecei e caí em cima de umas sacarias derrubando algumas latas que estavam ali.
Vera e Damião se assustaram e rapidamente tentaram se recomporem. Damião respirou aliviado quando me viu caído no galpão tentando me levantar. Vera ainda estava com as palmas das mãos tapando seu rosto de vergonha pensando ter sido flagrada por seu sogro.
Damião acalmou Vera dizendo que eu já sabia de tudo que rolava entre eles, e neste mesmo dia tirei o cabacinho da buceta de Vera.
Mesmo sabendo do relacionamento que rolava entre Damião e Vera, não foi o bastante para impedir que me apaixonasse por ela.
A esposa de Damião, Ana Maria uma loira lindíssima que mostrou também apesar de ser mais velha ser também muito sapequinha, pois logo nos enturmamos e transávamos os quatro no mesmo quarto quando seus pais viajavam.
Eu e Vera, casamos no mesmo dia do terceiro aniversario de casamento de Damião com a Ana Maria, foi uma festona que rolou na chácara para celebrar a união de dois casais de amigos que se amavam muito.
Ana não sabia da relação anterior de Damião e Vera e nunca contamos para ela, mas seis meses depois do casamento por insinuação minha trocamos de mulher pela primeira vez, sem nenhuma resistência de Ana. Quase sempre era assim eu me deliciava com a bucetinha da Ana Maria  enquanto Damião castigava o cu da sua cunhada que era viciado em fodê-lo.

Nossos encontros foram diminuindo à medida que trabalho tomavam conta do nosso cotidiano, e quando os filhos chegaram, ficou quase impossível manter nosso quadrado amoroso, mas mesmo assim, sempre que surgia uma oportunidade Damião pegava a Vera e Eu ficava com a Ana Maria .
Após ter passado em um concurso público, vim trabalhar e morar em Fortaleza, Damião ficou Crato e por cinco anos só nos encontrávamos no período do ExpoCrato e raramente ele iam capital.
Em uma quinta à noite Vera recebeu um telefonema de sua irmã avisando que tinha convencido o cunhado passar o feriadão conosco.
Vera ficou radiante e eu também, pois sentia muita falta deles.
Vera ficou radiante e eu também, pois sentia muita falta deles.
Naquele à noite Eu e Vera transamos até de madrugada fantasiando o que poderia rolar no final de semana.
No sexta de manhã enquanto Vera arrumava a casa, fui ao mercado e renovei meu estoque de vinho, também comprei vários tipos de queijo para a noite fazermos um aperitivo, pois prevíamos que nossa noitada ia ser em casa mesmo.
Logo após o almoço meus cunhados chegaram a nossa casa, foi só alegria. Abraço, beijos, podia perceber em seus rostos que a felicidade era recíproca.
O único problema era as crianças, Pedrinho nosso filho era apenas um ano mais novo Paulinho o filho deles e o quarto dele ficava em frente ao nosso e ao lado do de hóspede.
De repente minha se convidou os meninos para ficar em sua casa para fazer companhia pro filho dela que era mais ou menos da mesma idade dos nossos. Claro que deixamos, mas sempre demonstrando preocupação.
Damião estava bem mais forte, e Ana Maria como sempre irradiava beleza e simpatia. Agora com seus 25 anos e com um corpão perfeito, não tinha como olhar para aquela deusa de sorriso angelical e não pensar em sexo.
O contraste da beleza de Ana Maria e Vera era algo encantador. Irmãs
loira e morena, duas mulheres sexy, gostosas, lindíssimas, com corpos perfeitos, mas com beleza diferente. O que não diferem das duas é a maneira de se entregarem de corpo e alma ao amor, vivendo intensamente cada momento dando e recebendo prazer aos seus parceiros sem preconceito e sem culpa.
A noite chegou. Todos de banhos tomados, e a conversa continuava animada regada por muitos copos de vinhos.
As mulheres foram pra cozinha preparar os aperitivos, Eu e Damião ficamos na sala conversando e relembrando o passado, não teve como não falar das nossas aventuras sexuais.
Para provocar as mulheres, colocamos no DVD um filme pornô onde dois casais dividiam a cama numa foda de tirar o fôlego. Quando elas voltaram pra sala Eu e Damião já estávamos de paus duros assistindo o filme e dando risada comparando o desempenho dos artistas. As duas sorriram e chamaram nós de safados e tarados.
Ana Maria disse que ela e Vera eram muito melhores que as duas que estavam atuando no filme, na realidade eram mesmo.
Já embalados pelo vinho, Damião abraçou Ana Maria beijou-a na boca e foi tirando sua camiseta. Seus seios saltaram pra fora e ele caiu de boca chupando com gosto aquela maravilha enquanto suas mãos alisavam sua bucetinha por cima da calcinha.
Ana Maria para retribuir, alisava o pau do marido por dentro da bermuda.
Vera ao meu lado, apertava meu pau enquanto assistia seu cunhado chupando sua irmã. Então ela se agachou a minha frente, tirou minha bermuda, alisou meu pau e colocou na boca chupando bem devagar, eu me deliciava com a boca da minha esposa enquanto via agora, minha cunhada e meu cunhado completamente nus embrenhados em um 69 estonteante.
Peguei Vera, nos livramos das roupas ficando nus também, e suguei sua bucetinha já encharcada de tesão e ao lado Ana Maria com as pernas no ombro do Damião recebia em sua buceta o caralho do seu marido com tanta violência que o encontro de seus corpos produzia um som como se estivessem estapeando.
Vera ficou de quatro a minha frente, e meti meu pau na sua bucetinha com vontade. Ela jogava seu corpo pra trás e quando meu pau encostava-se ao seu útero, ela dava uma reboladinha dando a impressão como que sua buceta mastigasse meu pau. Ao lado os gemidos da Ana Maria e os berros do Damião denunciava um gozo espetacular. Vendo aqueles dois gozando, penetrei forte e rápido na buceta da Vera, quando senti seu corpo tremer eu atolei fundo despejando um litro de porra na sua bucetinha.
No sofá ao lado, Ana Maria deitada se recuperava da foda com seu marido, e no tapete, Damião desmaiado tentava recuperar o fôlego para a próxima batalha.
Levantei-me e chamei Vera para tomarmos banho juntos. Quando voltamos pra sala, a imagem da Ana Maria deitada de costa completamente nua, com sua bucetinha raspadinha molhada de porra, era coisa do outro mundo.
Damião e Ana Maria também foram pro banheiro, e eu ainda meio cansado sentei no sofá e peguei no sono. Acordei com minha cunhada alisando meu pau tentando me reanimar.
Quando Ana Maria percebeu que tinha acordado, ela com sua boca quente e úmida, passou a chupá-lo lubrificando, unindo sua saliva ao líquido que brotava.
Sua boca quase engolia por completo meu cacete, e depois ia liberando devagar. Quando chegava à cabeça, sua língua girava em torno e Ana Maria sugava forte antes de engolir novamente.
Com a mãozinha pequena e macia, massageava meu saco segurando, sentindo o seu peso, e com a outra, percorria meu pau em um vai-e-vem, enquanto sua boca e sua língua saboreavam o líquido que saía da cabeça do meu pau.
Quando estava pra gozar na boca da Ana Maria trocamos de lugar. Ela deitou no sofá e comecei chupando seu pescocinho enquanto minhas mãos percorriam seu corpo. Ana se arrepiava quando levemente mordiscava sua nuca e minha língua tentava entrar na sua orelha.
Desci mais, e suavemente mordisquei o bico de um dos seus seios enquanto minha mão apalpava o outro que enrijecidos demonstravam todo o tesão que estava sentindo. Ana Maria com os olhos fechados curtia todas as carícias suspirando profundamente, e seu corpo serpenteava em todas as novas carícias recebidas.
Minha língua brincava em seu grelinho. Quando abocanhei e apertei com os lábios, seu corpo se estremeceu e ela se contorceu em um orgasmo alucinado despejando na minha boca todo o néctar do seu prazer.  
Não teve como não parar um pouco para admirar aquela maravilha que a natureza de uma forma tão generosa tinha abençoado minha cunhada.
Estava tão concentrado em proporcionar prazer a Ana Maria, que tinha esquecido da minha esposa e seu cunhado.
Quando olhei pra trás vi no outro canto da sala, minha esposa debruçada no braço do sofá com sua bundinha arrebitada, sofria para aguentar no seu cuzinho os 22cm de rola do seu cunhado que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunidos indecifráveis.
Entre gemidos e sussuros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros, enchia aquele ambiente de erotismo e tesão, que ao mesmo tempo, expressava toda a volúpia de um desejo de certa forma “proibido”.
Coloquei minha cunhada debruçada no braço do sofá também, pincelei meu pau na entrada da sua buceta e atolei tudo de uma vez naquela fonte de calor e prazer. Meu pau entrava e saía de dentro da Ana Maria com tanta rapidez que foi preciso diminuir o ritmo para não gozar rápido de mais.
Ana Maria recebia todo meu pau e rebolava jogando seu corpo de encontro ao meu, que ao mesmo tempo agarrava em sua cintura e esfregava em sua bunda sentindo a cabeça do meu cacete roçando em seu útero.
Enquanto Damião arrombava o cu da minha esposa, eu saboreava a delícia da bucetinha da sua mulher que de forma escandalosa anunciava mais um orgasmo.
Vendo aquela loira se arrepiar e gritar que ia gozar no meu pau, acelerei o vai e vem e mais uma vez despejei uma enorme quantidade de porra na bucetinha suculenta e apetitosa da minha cunhada.
Após termos gozados, Ana Maria sentou no tapete encostada ao sofá, eu me aninhei no meio das suas pernas com a cabeça no seu colo e ficamos presenciando a foda de seu marido e minha mulher. Ana Maria presenciava o desempenho dos dois enquanto me fazia um cafuné.
Damião após ter presenciado o escândalo que sua mulher fez com minha vara atolada na sua buceta grudou com mais força as ancas da minha esposa e a penetrava com tanta força que chegava a jogar Vera pra frente.
Vera gritava e pedia para seu cunhado não parar e Damião fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher com tanta rapidez que quase não dava pra ver o entra e sai do seu cacete, derrepente Vera como se tivesse sendo possuída por uma entidade, virava o rosto de um lado pra outro, jogava sua bunda pra trás, seu corpo se contorcia todo e gritava:
- Eu vou gozar!!!!
Damião descontrolado agarrou forte a cintura da minha esposa, forçou seu corpo de encontro ao dela e gozou fundo no cu da Vera urrando de prazer.
Após todos termos gozados e saciados, ficamos os quatros deitados no tapete da sala em silêncio absoluto curtindo aquele momento único, exaustos, porém felizes.
O dia já estava clareando quando acordamos, entrei no banho com minha cunhada, ensaboei seu corpo e não teve como não chupar novamente sua bucetinha que após ter gozado na minha boca retribuiu com uma chupeta deliciosa, saímos do banheiro porque Damião e Vera estavam esperando a vez deles, pois ninguém queria subir para as suites.
Quando eles saíram do banheiro eu já estava com meu pau atolado no cu da minha cunhadinha que não tinha comido ainda. Seu cuzinho era bem apertadinho, pois meu pau era bem mais grosso que do seu marido. Ela rebolava e pedia pra meter devagar até se acostumar porque estava sentindo um pouco de dor.
Damião foi logo jogando minha mulher no sofá deitou a de costa e chupava com vontade sua buceta, é uma sensação deliciosa ver sua esposa sendo chupada pelo próprio cunhado enquanto mete a rola no cu da sua cunhada ao lado do marido.
Logo Damião pôs Vera de quatro também e atolou seu pau na buceta dela. Era maravilhoso ter aquelas duas gatas de quatro na sua frente rebolando e gemendo.
Fodíamos nossas esposas trocadas lado a lado, quando estávamos pra gozar, Damião trocou de lugar comigo passou a foder sua esposa e eu passei a foder a minha, gozamos os quatros juntos, agora cada um com sua mulher, era a primeira vez naquela noite que gozávamos cada um com sua esposa.
Após termos gozados novamente, exaustos desmaiamos. Dormimos os quatro na mesma cama.
Quando acordamos já estava quase na hora do jantar. Na noite seguinte repetimos tudo novamente.
Na segunda feira cedo meus cunhados voltaram para Juazeiro, e nossas vidas novamente retornariam a seu curso normal aguardando nova oportunidade para extrapolarmos outra vez.
Despois deste feriadão sempre nos encontramos uma vez por vez em visitas alternadas. Já se passaram dez anos e nossas relações a quatro continuam, sem culpa, sem preconceito, e sem medo de ser feliz, o que rola entre nós é um pacto de puro sexo, erotismo, desejo, cumplicidade e respeito mútuo. Somos felizes assim.
Nossas famílias nunca desconfiaram de nós, e é assim que tem que ser.
Se isso é errado não sei, cada um tem seus conceitos de certo ou errado, mas para nós o que vale é a felicidade.
Foto meramente ilustrativa

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Esposa trepa com amigo do marido na sala da casa



MAIS UM CONTO GOSTOSO!

Minha esposa Lana que é um tesão de mulher e gosto muito de exibi-la principalmente em roda de amigos, isto me dá o maior tesão. Ela concorda, provoca e anda com umas camisetinhas sem sutiã, shortinho curto, calças apertadas e decotes maravilhosos, sem falar dos biquínis que usa nos clubes que são tanguinhas bem enterradas na bundinha.

Um dia recebemos a notícia que meu amigo Zé Francisco que mora em recife e pediu para ficar em minha casa na semana da expoCrato, ele é um amigo muito querido e não tive como negar, o único defeito é que sempre ficava babando por minha esposa, mas sempre se conteve e foi muito respeitoso eu concordei e disse que era bem vindo.

Lana me perguntou como deveria se comportar, pois ela sempre fica com uns mini shorts, eu disse que ela ficasse como achasse melhor, afinal eu amo ver outros babando por ela.

Ele chegou no domingo com uns amigos que ficaram no Encosta da Serra, notei que quando eles viram minha esposa começaram a babar imediatamente, acho que Zé até que apertou ela no abraço só pra sentir os peitões dela. Lana estava com uma mini saia e um decote maravilhoso, foi de propósito, afinal nós curtimos o exibicionismo dela.

Ao chegarmos em casaele se acomodou no quarto de hóspedes e voltou para colocar nossos papos em dia, e rapidamente ele tava enturmado, Lana ficava a vontade e Zé não conseguia disfarçar seu tesão, minha esposa passava e ele não resistia a olhada, a noite eu e minha esposa transávamos, ela contando os detalhes das olhadas dele.

Lana pegava cada vez mais pesado, uma vez ela olhou pra ele na sala e disse pra eu ficar olhando discreto, enquanto ele tava assistindo TV, ela foi até lá e abaixou pra pegar umas coisas no chão na frente dele, seus seios ficaram a mostra, ele ficou tão doido que foi imediatamente ao banheiro, com certeza bateu uma.

Esse jogo dava o maior tesão na gente, gostávamos de deixar ele maluco, mas só ficaria naquilo jamais imaginaria passar para algo mais, amo minha mulher, mas aquilo foi deixando minha esposa cada vez mais com tesão, ela ficava só imaginando o tamanho da pica dele.

A noite enquanto eu fodia o bucetão dela, ela dizia o nome dele no meu ouvido, mandava eu comer ela direito senão ela ia dar pra ele.

Nos shows a noite ela ainda dava uns esfregão nele. No terceiro dia ele se convidou pra ir até o Granjeiro, foi dois coelhos de uma só cajadada, ele queria ver ela de biquíni (com certeza era esse o objetivo dele e ela gostou da ideia, pois disse que queria ver ele de sunga).

Escolheu um biquíni bem micro, pois no meio da semana o clube fica um pouco deserta dava pra ficar bem a vontade, como sempre fiz todos os gostos dela concordei mas confesso que cheguei a sentir ciúmes, contudo meu tesão era maior e lá fomos nós.

Quando chegamos lá dava pra ver a ansiedade deles, quando ela tirou a canga eu quase morri de tesão, aquele mini biquíni todo enterrado na bunda dela foi demais, eu pelo menos usufruía dela, cheguei a ter dó de Zé. Ela de propósito deitou na nossa frente pra realçar a marca, passei o filtro bem devagar naquele bundão pra fazer inveja e deixar ele mais doido, eu fazia como se não houvesse maldade, que apenas confiava nele, depois de uns vinte minutos eu e ele admirando e babando aquele mulherão, ela levantou e nos convidou a ir tomar banho de mar, eu de propósito recusei para deixar ela provocar ele e dar vazão as nossas fantasias e então os dois foram.

Ela tinha tirado o forro do biquíni, quando os dois estavam mergulhando e ela levantou estava um pouco transparente, deixando os peitões dela amostra. Foi o necessário pra ele quase explodir de tesão, ela disse que a rola dele ficou super excitada, eu estava longe como se estivesse cochilando, ele chegava cada vez mais próximo e não tirava os olhos, ela também mal disfarçava mas fazia bem feito a minha vontade era pegar ela jogar na cama e fodê-la.

Depois desse jogo fomos para casa, ela tomou um banho, colocou um shortinho, uma blusinha que deixava os seios dela livre e caiam nos ombros. As marquinhas me deixavam louco ela disse no meu ouvido que eu guardasse que a noite iria me compensar, me contou que tinha visto o pau dele duro na água e que tinha ficado com água na boca, eu poderia até chamar atenção dela, mas meu tesão impedia.

A noite inventamos de assistir a um filme, ele sentou num sofá e nós deitamos no outro. Lá pelas tantas eu apaguei, quando acordei percebi que ele começou discretamente a passar a mão no pescoço dela, bem discreto, como o braço dela tava no sofá Lana retribuía passando os dedos na perna dele, Zé não resistiu e beijou o pescoço dela e começou a chupar e morder seu pescocinho e num intervalo, começou a passar a mão nos seios dela em de leve enquanto desceu beijou novamente o pescoço dela.

Ela me dava umas leves cutucadas mas fiquei bem discreto vendo eles se acariciarem, fingindo que estava dormindo, cheirávamos à excitação, ela louca pelo pau dele e ele querendo partir pra cima dela e eu depois de um dia de tesão também participando daquilo.

Ele de vez em quando descia e mordia o pescoço dela, beijava-lhe o rosto e ombro. Eu me fiz que tava acordando, ele parou e se recompôs, eu disse que não aguentaria o filme e que iria dormir, ela disse que iria comigo até o quarto e pediu que ele desse uma pausa, quando chegamos no quarto eu perguntei o que era aquilo.

Ela disse que eu aguentasse que ela iria voltar pra sala, disse que iria deixar ele doido, mas não iria fazer nada demais, mas queria provocar ao máximo para dar pra mim com muito tesão. Eu excitado concordei afinal ela sempre fez tudo que eu pedi, ela disse que eu ficasse na cama numa posição que dava pra eu ver o que tava acontecendo na sala com as luzes do quarto apagadas.

E Lana voltou para a sala, deitaram-se os dois no sofá e ficaram assistindo ao filme, então ele começou a passar as mãos no pescoço dela, foi beijando cada vez mais a putinha afastou o cabelo dando total permissão, as mãos dele começaram a percorrer o corpo dela. Meu pau parecia que iria estourar, minha vontade era bater uma punheta, mas me continha heroicamente.

De repente os dois começaram a se beijar, fiquei perplexo e com muitos ciúmes, pois não era o combinado e ele parecia que iria engolir ela. Zé puxou a blusa dela e começou a mamar os peitões dela, Lana tentava fazê-lo parar mas também não se conteve e foi se entregando e quando percebi ela acariciava o pau dele como uma louca.

Ele levantou puxando ela e os dois foram até a parede, como se ficasse mais escondido, ele roçava nela querendo entrar enquanto se beijavam, se acariciavam até que ela empurrou ele e pediu que ele aguardasse na sala.

Ela veio até o quarto, quando entrou eu a joguei na parede e comecei a beija-la e perguntei o que ela tava fazendo já que tinha me prometido que não iria fazer nada. Ela me disse que tava louca de tesão naquela rôla e que iria só provocar mas não iria dar pra ele, mas tirou a calcinha, jogou na minha cara e disse novamente que eu não gozasse. Senti um louco ciúme, mas sou dominado por ela, apesar que não achava que fosse chegar a tanto mas era minha esposa e havia me prometido e ela voltou pra sala e eles recomeçaram o roça roça.

Ela disse que ele não se preocupasse que eu não acordava, pegou a mão dele e colocou embaixo da saia, quando ele sentiu que aquele bucetão estava livre, que a putinha não usava calcinha ele ficou mais louco baixou o calção colocou seu pau pra fora e encaixou ele no meio das coxas dela, quase enfartei, não queria que chegasse naquele ponto, mas nada fiz para contê-los e agora estava por um fio a fidelidade de minha esposa, foi quando vi ela olhando em minha direção pude ver sua expressão de dor quando soltou um gemido alto e pelos movimentos de Zé seu pau estava dentro da boceta de minha esposa!

Ele socava como um louco, ela virou o rosto pra ele e se beijavam como se fossem se engolir, ela chamou ele até o colchão e abriu bem as pernas para ele. Zé jogou a preocupação pro alto e enfiou aquele pauzão nela, as pernas dela estavam abertas como se fossem engolir ele e chacoalhavam a cada estocada vigorosa de meu amigo na boceta de minha mulher, ele não parava de beija-la, de mamar seus peitões e socar forte, o quadril dela não parava.

Lana mexia como uma cachorra no cio e ele bombava nela deixando seu bucetão bem inchado, eu tava abismado e de cacete duro lutando para não gozar sem me tocar, mas dava pra compreender, afinal ele tava sob tensão e queria comê-la quando percebi eles explodiram em um longo gozo primeiro ela depois ele, eles relaxaram bem suados e ele continuou em cima dela e se beijaram muito.

Ela se recompôs e entrou no quarto e fechou a porta, me pediu perdão e contou os detalhes, mas ao acariciar meu cacete e ver que ele estava duro como pedra soltou:

- Você gostou meu corninho? Gostou de ver seu amigo comer sua esposinha fiel?

Joguei ela na cama e entrei naquela buceta toda inchada e gozada, enquanto eu descontava tudo que ela tinha feito durante o dia ela falava os detalhes e dizendo isso fazia com que eu socasse nela com mais força. Ela dizia:

- Chupa meus peitos que ainda estão com a marca dele e me come direito ou vou naquele quarto sentir aquele pau gostoso de novo.

Ela me falava detalhes do pau dele. Eu explodi num gostoso goz,o mas meu pau não baixava aí minha putinha subiu e começou a cavalgar, acelerou tanto que quase pulava e gozou, gozou como há muito tempo não a via gozar comigo e eu gozei logo em seguida.

Nos abraçamos, ela me agradeceu pela compreensão dizendo que me amaria para sempre e acabamos dormindo abraçadinhos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Comi a mulher do Chefe

Recebemos mais um relato, simples mas muito bom:

Quero contar um relato que aconteceu comigo, há alguns anos atrás. Eu trabalhava numa empresa e ganhei a confiança do meu chefe. Conversávamos quase sempre no horário do almoço e vez por outra nosso papo acabava falando de sexo e as vezes ele me mostrava revistas eróticas, e fui notando que ele tinha preferências por anúncios e contos de menage. 
Por varias vezes, me convidou pra conhecer a sua chácara na Chapada do Araripe, levei minha esposa e filhos algumas vezes.
Outro dia antes do final do expediente ele disse que eu teria de fazer alguns exames, tudo pago pela firma e que já estava tudo acertado com o laboratório. Quando recebi os exames vi que tinha alguns sobre doenças venéreas e teste de HIV, achei estranho, mas não comentei nada com ninguém, pois confiava no meu patrão.
Um certo dia no final do trabalho, o chefe me convidou para realizar um pequeno serviço em sua chácara, pois em entendia um pouco de hidráulica e segundo ele não conseguia um encanador.
Chegando lá, ainda era claro, por causa do horário de verão, ele me mostrou a propriedade, e depois o interior da casa, enquanto sua esposa preparava o jantar.
Ela era uma mulher muito bonita e gostosa, apesar de ser também da mesma idade nossa, tinha uns seios pequenos mais durinhos e uma bunda saliente, que a deixava ainda mais sexy. 
Depois do pequeno concerto em uma bica na área de lazer voltei a casa e vi que eles estavam assistindo um filme pornô, ela levantou e me serviu um copo com água,  agora trajava uma roupa mais fina e transparente, que dava pra notar seu corpo escultural. 
Fiquei meio sem jeito, mas percebi que havia um cumplicidade entre eles, apenas eu, que não sabia do que deveria acontecer. Ela voltou a sentar ao seu lado e logo depois ele começou a bolinar os seios dela, começou a chupa-la e descendo a mão ate sua bucetinha, e não resisti e fiquei excitado. 
Ele então pediu para que ela verificasse como eu estava e passando a mão sobre minha calça, afirmou a ele que estava duro, e ele mandou-a que prosseguisse. Ela então tirou meu pênis pra fora acariciando, e logo levou a boca, chupando, como eu nunca tinha visto igual. 
Ele olhava e comentava, e dava ordens a ela. Eu estava paralisado, ainda na porta entreaberta, ele se aproximou de nós e começou beijando suas costas enquanto ela continua chupando o meu pau. Ele acaricia seus seios com uma mão e outra em sua sua xana. Ela se contorcia e gemia, e pediu que queria ser penetrada. 
Meu chefe levou para o sofá ordenou-me a fuder sua mulher, sem jeito encostei meu cacete na sua xana, bem lubrificada e fiquei ali pincelando a xoxotinha dela e depois penetrei, lentamente no começo, mais as vezes dava uma fortes estocadas, ate que não aguentando mais ela gozou. Quando tirei meu cacete ainda duro ela me puxou pela mão e começou a chupá-lo em busca das ultimas gotas de esperma.
O marido imediatamente, começou a chupa-la também e limpando a bucetinha lisinha e agora avermelhada, até que novamente excitada, ele pediu que a enrabasse, pois queria muito ver isso. 
Ele colocou-a de quatro e lubrificante o seu anelzino com um pouco do esperma que sobrou e eu coloquei meu cacete na sua entrada e vagarosamente fui forçando e em pouco segundo estava todo dentro dela. Parei um pouco para que ela relaxasse, enquanto masturbava sua bucetinha e logo fui empurrando lentamente ate o fundo. 
Ele vibrava, mais ate agora, ele continuava, sem ter ereção. As vezes eu tirava, e quando seu cuzinho começava a se contrair, eu colocava, ela gemia, falava coisas sem nexo, e num vai e vem bem cadenciado, notei que ela chegava novamente ao orgasmo. Seu cuzinho contraia, parecendo que iria morder minha rola, e assim não aguentei também gozei junto com ela, inundando seu buraquinho com meu leite. 
Descansamos um pouco, tomamos banho, e ela foi preparar um lanche, e era uma delicia, vendo-a desfilar completamente nua, em nossa frente. 
Quando olhei o relógio já passava das oito da noite, pensei estou frito, mas meu patrão foi me deixar em casa e gentilmente se justificou com minha esposa dizendo que eu tinha resolvido um problema que a muito tempo ele não consegui resolver.
Naquela noite fiz amor com minha esposa de uma forma muito diferente e gostoso.
Por mais de dois anos transei com a mulher do meu chefe, certo dia no seu próprio escritório, mas nunca sem ele está presente. Ninguém nunca desconfiou.
Infelizmente minha esposa passou num concurso e fomos morar em outro Estado, outro dia o encontrei na ExpoCrato e vi que ele já tinha me substituído, pois a vi na mesa com outro rapaz.
Senti ciúmes, mas vi que os três estavam felizes.

sábado, 1 de setembro de 2012

Corneado pelo concunhado



Recebemos mais um relato muito de um colega de Juazeiro.

Conheci minha esposa aos seus 18 anos, namoramos dois anos e nos casamos, não temos filhos por opção. Ela é uma morena, linda, pernas bem definidas, bumbum ajeitadinho, cabelos longos e os peitinhos em pé, quando nos conhecemos eu sabia que ela não era virgem, mas confesso não saber que a gostosa era tão rodadinha como descobri ser.
Ela tem uma irmã mais velha que também é casada, sempre moramos aqui em Juazeiro, meus sogros são separados, desde os treze a quatorze anos de minha esposa. Somos todos grandes amigos, minha esposa, meu concunhado, minha cunhada e eu.
Somos bem estabilizados, meu concunhado, principalmente. Como é profissional liberal, tem horário flexivel, pratica várias modalidades de esportes tem corpo bem sarado, firme e musculoso, minha cunhada não é diferente, e também é bem gostosa.
Desde que conheci minha esposa, mostrei ser o mais liberal possível e a gente sempre conversou de tudo sobre o sexo, mas havia algo que me incomodava era uma necessidade, uma obsessão em saber como minha esposa foi iniciada no sexo e por quem.
Vez por outra contava a ela um fato com uma ex-namorada ou com uma menina ou outra, mas ela nunca se abria. Em nossas transas sempre perguntava se era assim que ela tinha “perdido o cabaço”, se ela gostou da primeira vez, perguntas do tipo “foi assim que ele estourou seu cabacinho..., foi? Tava gostoso...tava? ele pôs tudo...? e assim por diante e à medida que ela ia respondendo afirmativamente meu tesão ia aumentando até explodir em orgasmos que me faziam perder os sentidos.
Com tempo e paciência, ela acabou confessando como tinha rolado a primeira vez e percebí que ela foi bem sincera, disse que não tinha rolado aquela coisa de paixão nem nada, mas que tinha sido muito boa a primeira vez, que o cara foi muito carinhoso, que rolou num clima legal e que ela gozou gostoso, já na primeira transa, que não sentiu quase nada de dor quanto as amigas mais velhas sentiram, e que a dor que ela sentiu foi “uma dor muito gostosa”, devagar fui convencendo-a e ela cada vez mais se abrindo, mas nunca dizia quem fora o felizardo.
Ao passo que o relacionamento familiar ia acontecendo eu percebia a afinidade que minha esposa tinha com o marido da irmã, vez por outra e na frente de todos, ela passava a mão acariciando o peito cabeludo dele, falava coisas do tipo “nossa suas pernas estão lindas...” e outras coisas que me incomodavam, mas como tudo acontecia abertamente era evidente que não havia malícia.
Passei então a abordar o assunto mais abertamente, e ela ia aos poucos se entregando, disse a idade que tinha quando rolou a primeira vez, e repetia incansavelmente a mesma historia e eu comecei a perguntar descaradamente quem era o cara, ela desconversava mas nas transas eu a incentivava a dizer o nome dele ela me olhava fixamente, acariciava meu peito dizia que me amava, eu continuávamos a transa com as mesma perguntas e assim iam nossas transas e cada vez mais quando tocava no assunto meu tesão aumentava e dava para perceber que o dela também.
Minha ansiedade era pequena, nem mera curiosidade, eu ficava imaginando aquela quenguinha levando pau de outro homem e aquilo me deixava doido de tesão. Um domingo de manhã, na cama, depois de mais uma transa deliciosa com todos os apetrechos verbais de costume, ela me olhou e me perguntou se realmente era importante saber quem era o cara, se aquilo era somente uma tara minha ou o que estava acontecendo.
Disse que a amava, mas que sentia um tesão sem tamanho em imaginar ela transando com outro homem, perdendo a virgindade, principalmente se a primeira vez foi tão boa como ela dizia. Ela me olhou profundamente, disse que não queria atrapalhar a vida de ninguém, que era feliz ao meu lado, que me amava e que o que havia acontecido era coisa o passado, eu insisti, ela tentou sair pela tangente, mas não deixei, disse que já que tinha começado que deveria falar, ela me abraçou, disse que tinha medo de me perder e de prejudicar outras pessoas, achava que se contasse nossas vidas nunca mais seriam as mesmas, fui acalmando ela e fiquei na expectativa, ela estava nervosa, tensa, a beijei e disse que não importava quem fosse nunca a puniria por isso, mas que a ideia me dava muito tesão.
Ela me olhou fixamente por alguns segundos, respirou fundo e disse: “Foi com o Alan.”, me assustei e perguntei: “quem?” ela repetiu “foi com o Alan.”
Fiquei perplexo, sem rumo. Era meu concunhado, o marido da irmã dela, entendi o por que da amizade deles. Confesso que nunca imaginei. Ela me olhou temerosa e perguntou se eu estava bravo, fiquei meio perdido do espaço até espairecer do choque, dei um sorriso maroto e respondi francamente: “claro que não”, mas como? Onde? Quando? Me conta tudo! então ela me explicou o restante da história:
Quando os pais dela estavam se separando, ela morou uns tempos na casa deles, nesta ocasião ela tinha quatorze anos e a irmã estava casada há mais de dois anos meses e ficava quase o dia todo acompanhando a mãe delas. Com a convivência e as insinuações dele, ela acabou por sentir-se atraída por ele, sendo ele um típico garanhão com o tempo foi fatal. Numa tarde, sua irmã foi acompanhar a mãe em uma audiência e ambos estavam sozinhos em casa, fizeram uma brincadeira na sala, ele a agarrou e ela não conseguiu se conter e se entregou de corpo e alma., disse que ficou molhadinha, só de sentir suas mãos deslizando por suas pernas e não deu outra. Foi na sala mesmo, sobre o carpete, em frente à TV, e ficaram a tarde inteira transando, ficaram assim por alguns meses, transando “quando dava” tiveram este relacionamento por mais ou menos um ano.
A sensação que eu senti é indescritível, imaginei na hora minha esposinha sendo devorada pelo meu concunhado, ela gozando e ele gozando nela.... Alguns dias se passaram e a ideia de vê-la dando pra ele me tirava o sono, tornou-se uma obsessão, comentava com ela, cheguei mesmo a estimulá-la, deixando-os vez por outra sozinhos em casa, saindo para um compromisso “de última hora”, quando voltava, perguntava a ela se tinha rolado alguma coisa, algum amasso ou algo assim, mas a resposta era sempre a mesma “não tenho, não quero nada com ele, toma juizo seu imbecil!”.
Numa noite quando nos preparávamos para sair (nós quatro) dei-lhe uma direta dizendo “hoje vamos ver o homem que te inaugurou, quero ver se quando voltarmos você estará ardendo de tesão”, foi um basta. Ela me olhou séria e firme, fria, decidida, e disse “você é louco, acha mesmo que voltarei a transar com ele? Foi um erro! Ele é marido da minha irmã, transamos algumas vezes e digo até que ficamos juntos um tempo, mas acabou, eu era uma criança e ele um sedutor, já falei que não vou estragar a nossa vida nem as deles”, eu retruquei “sei de tudo isso, mas você adorou transar com ele, você mesma diz isso, não sou um ciumento idiota, só acho que você ainda tem tesão por ele, vá em frente e delicie-se, pois se eu tiver oportunidade com uma mulher bonita e que eu tenha tesão não pense que vou ficar só na vontade”, ela me olhou, foi um olhar meio desmerecedor, e disse “você é um corno mesmo! Já ví que não tem jeito, está doidinho pra me ver dando pra ele, não é? Morre de vontade de me ver sendo comida por outro homem, principalmente um que tem o pau maior que o seu. Se é assim que você quer, seu corno, assim será, mas não vai dizer depois que eu não avisei”.
Fiquei meio sem graça e ao mesmo tempo uma sensação gostosa me bateu. Saímos, dançamos e nos divertimos bastante, não notei nada de diferente entre eles, muito menos nele, alguns dias se passaram e nada aconteceu.
Certo dia logo após o almoço minha esposa me ligou, perguntou mesmo se era isso que eu queria, me surpreendi com a ligação, tentei não responder e acabei me embaraçando, depois afirmei que era isso mesmo, queria que ela transasse com ele, queria que ele a virasse aos aveços, queria vê-la feliz, mas impus uma única condição: queria assistir tudo! Ela pensou um pouco e disse que já me ligaria novamente, meia hora depois o celular tocou, ela era novamente, dizendo que meu cunhado iria em casa por volta das quatro e meia da tarde (evidente que ele não sabia de nada) e que ela pediu para que ele fosse lá, alegando querer conversar com ele um assunto importante. Me bateu uma puta insegurança do caralho, é bem verdade que andava cozido na punheta imaginando os dois transarem, mas vai que ela comece realmente a se envolver com ele. Peguei o celular, cheguei a digitar o número de casa, mas acabei desistindo, o tesão falou mais alto.
Disse à minha chefe que tinha um compromisso no cartório e que somente eu poderia resolver, por isso teria que ir mais cedo embora, ela me dispensou logo, peguei o carro e fui para casa, deixei-o duas quadras de casa, um local onde meu concunhado não usava transitar, cheguei, minha esposa me olhou com um jeitinho sacana, me beijou e disse “é hoje hein? Está preparado para levar chifre? Não mudou de idéia não, né?” beijei-a demoradamente e disse que não, que queria vê-la transando com ele, tomei uma ducha rápida, pedi a ela para ligar a música e manter as luzes acesas.
Naquele quarto a cama ficava com o lado dos pés voltados para o closed, assim poderia assistir a tudo e realizar minha maior fantasia, uma fantasia que me tirou totalmente o juizo. No closed também havia uns apetrechos sexuais que compramos para brincadeiras a dois, penis artificial (claro), dois lubrificantes (eu vivia querendo enrabá-la mas ela nunca deixou), uns cremes eróticos e camisinhas.
Ele chegou no horário marcado, ela estava com um vestidinho preto, de alças, sem sutiã nem calcinha, o vestido mostrava suas coxas, na verdade reparei que ela ficava mais sexy com ele do que com qualquer outra roupa, pois o danado era provocante, não ouvi o que rolou na sala, mas ela logo o levou para o quarto, começou a se insinuar, dizendo estar morrendo de saudades, que estava muito carente e que precisava muito dele, que não conseguia esquecer as transas e os orgasmos que teve com ele, que nunca mais sentiu tanto prazer.
Ele tentava mantê-la afastada, dizendo que era assunto passado, disse que não podia fazer isso, pois éramos amigos (não é que o safado me considerava como amigo mesmo), mas ela o abraçava e envolvia, se esfregava nele, uma sensação gostosa foi quando ele cedeu e eles se beijaram. Neste momento vi que ia rolar, ele perguntou o horário que eu ia chegar e ela logo disse que hoje seria bem mais tarde e que teriam todo o tempo que precisavam, ela soltou a gravata, o paletó, a camisa, depois colocou novamente a gravata puxando-o contra ela e beijaram-se novamente, soltou o cinto e foi despindo ele aos poucos, deixando-o só de gravata. O pau dele estava duro, eu podia ver tudo, realmente o pau dele é maior que o meu, bem maior. Ela foi descendo, descendo até encontrar o pau dele e começou o chupá-lo, acariciava o saco, punhetava ele e tentava enfiar o mastro dele pela garganta abaixo mas não conseguia. Me senti assistindo um filme pornô, só que em casa e ao vivo e a estrela era minha mulher.
Ele a ergueu, beijaram-se ela sentou na cama e ele em pé, a mais ou menos dois metros de distância de onde eu estava sentado, minha mulher chupa bem, acariciava ele inteiro, bateu uma espanhola pra ele, mas como seus peitinhos são pequenos não conseguia, esfregou a cabeça do pau dele nos bicos dos seios e continuou chupando e acariciando o caralho dele. Eu estava totalmente louco, meu pau chegava a doer de tão duro, Ela agora beijava o peito cabeludo, e empurrou-o pra cama e ofereceu aquela grutinha ensopada pra ele chupar, num meia nove maravilhoso, eu via ambos se chupando, ela tentava engolir a pica dele e ele brincava com o clitóris dela, esfregava o dedo no cuzinho, depois enfiava o dedo na buceta dela, lubrificava novamente o dedo e voltava a brincar com o clitóris e com o cuzinho, forçando a entrada, ela se levantou, começou a rebolar forte na boca dele, quase sufocando seu cunhado. Ele continuou acariciando ela, chupava os peitos dela que parecia querer engoli-los, ela se virou e disse “me pega agora... me come porque senão vou ter um ataque... me fode como você me fodia antes... fode sua cunhada putinha, esposa do corninho seu amigo ... fode... enfia este caralho gostoso em mim... me faz mulher, igual a quando você estourou meu cabacinho, lembra? Que homem gostoso que minha irmazinha tem...”
Ela ficou deitada de mamãe e ele, de joelhos diante dela, acertou a cabeça do pau e foi enfiado devagar... minha esposinha puta ficou louca novamente, “ai... tá doendo... tá doendo gostoso, igual aquele dia... que dor gostosa... seu pau é muito grosso e me machuca tão gostoso... mete com força que eu quero gozar... vai? Pode comer.... sou sua puta... o corno do meu marido não liga que você me arrebenta... “ ele foi se deitando, ficando de costas na cama e ela passou a cavalgar ele, ela olhava em minha direção, dava um sorriso de satisfação e safadeza ao mesmo tempo, descia com o rosto e beijava ele e a cavalgada continuava. Ela lambia os lábios para me provocar ainda mais.
Meu pau tava num ponto que se eu encostasse nele, gozava na hora. Meu cunhado se levantou da cama...ficando de costas pra mim falou “bem já que o corno do seu marido não liga que eu te coma, então vou meter no cú... tô louco por um cuzinho apertado mesmo” ela fez uma carinha de criançola pedindo doce e se deitou, ele encheu ela de travesseiros deixando-a totalmente aberta e exposta, com a bunda pra cima, lambeu o rabinho e lubrificou o cacete na sua xana molhada e começou a meter a vara no cuzinho dela. Ela gemia dizendo “arrancou o cabacinho e agora tá querendo deixar ele aberto pra quando o corninho chegar...é?”
Quase tive um troço, achei que ela nunca aguentaria uma mangueira daquele calibre no rabo... mas ele foi ajeitando... mexendo e ela se contorcia toda, choramingando, dizendo “tá doendo muito... pára... tem peninha da sua cunhada... ela tá carente, mas dói muito... seu caralho é muito grosso...”
Confesso que estava muito gostoso, incomodava um pouco mas a sensação era maravilhosa, me vi eu e ela sendo enrabados no nosso quarto... meu concunhado continuava o vai e vem frenético e ela só gemia, num momento, ela disse “seu filho da puta... quer comer meu cú, então arrebenta ele... fode mas fode como um homem... estoura tudo... me faz chorar como você me fez a primeira vez que me enrabou... fode mesmo... olha só sua cunhadinha levando no rabo de seu macho gostoso, tarado...”
Ele fodia com força de repente ela começou de novo “ah! Tá vindo de novo! Eu vou gozar... continua com esses dedos dentro “dela” que eu vou... mais forte que nunca... vai... soca gostoso... mexe.. não pára...” ela explodiu no gozo que achei que a vizinhança inteira ouviu...
Ele retirou o pau do rabinho e vi o estrado que ficou e começou a punhetá-lo na frente e gozou igual a um cavalo, lotou ela de porra, o rosto, o canto dos lábios, o queixo, a porra pingou nos peitinhos dela, e enquanto ele jorrava porra nela ela acariciava o saco dele, dizendo frases quentes do tipo:” goza na sua cunhada, enche ela de porra como você fazia antes, enche! Você gostou de comer sua putinha de novo, minha irmã tem bom gosto e por isso vou dividir seu pau com ela de novo...”
Eu estava totalmente louco, meu pau chegava a doer de tão duro, ele gozou na boca de minha esposa.
Eles se levantaram, meu cunhado foi ao banheiro tomar uma ducha... se vestiu e minha esposinha o ajudou, beijaram-se na porta do quarto e foram pra sala, minutos depois a porta se fechou, ouvi o carro dele saindo e minha esposa, toda sapeca, chegou e me beijou, perguntou se eu tinha gostado, meu pau tava duro feito aço disse a ela que adorei mas que ainda estava com tesão. Ela me olhou e disse “agora você pode comer o resto do seu cunhado, ele já comeu bastante hoje e também tem que comer a mulherzinha dele, mas você pode comer a sua, só o que sobrou dela... seu corninho safado...” e voltamos para o quarto. Ela se deitou de costas na cama e me mandou chupá-la, enquanto labia ela inteira ela ia dizendo “chupa aí mesmo... onde acabou de sair um pau de verdade... lambe meu cuzinho também... você gostou de me ver sendo fodida por um homem de verdade, hein corninho... seu chifrudo...”
Fui de língua no rabinho, fazendo o que ela mandava, parei de chupá-la e comecei a comer... meu pau mal esfregava nas paredes... fui no rabinho e estava a mesma coisa... mas as imagens do que eu tinha visto, as palavras dela me chamando de chifrudo me fizeram gozar gostoso.
A partir desse dia eles passaram a se encontrar as vezes fico fazendo sala para irmã dela enquanto eles transam. Vez por outra ela me liga no celular e diz “faz um cerão extra hoje porque meu homem vem me comer, beijo...” Nossa vida melhorou em muito depois desse dia.