domingo, 26 de agosto de 2012

Marido faz fotos da esposinha no parque


Corninho fotografou a putinha no ao ar livre e mandou para nós publicarmos. Muito gata a putinha dele, confiram as fotos:



















domingo, 12 de agosto de 2012

Casada se passa por Vadia na Capital



Casada há dez anos, me encontro com um dilema: meu marido não me satisfaz completamente mais. Apesar de ter uma vida sexual ativa, não consigo ter um prazer mais intenso e profundo. Me nego a aceitar que a fidelidade seja abdicar-se de uma vida madura e completa.
Acredito que o amor não signifique a negação do meu eu e sim, o respeito ao companheiro e que, ter relações sexuais somente com o homem amado, não signifique e nem seja prova de amor. Inconformada, me nego a curvar aos padrões patriarcais que vêm sendo impostos pela sociedade.
O libido jorrado em meu sangue não é mais consumido totalmente por meu homem. A cada dia que passa se acumula, tornando-me incontrolável e inconsolável. Estou a ponto de cometer uma loucura, me encontro desvairada para saciar meu desejo.
Atualmente tenho brincando em fantasiar, e isso tem encharcado, mais ainda, de libido, meu corpo de mulher. Quem lucra, é meu marido mas, ele nem sabe o que me torna tão insaciável. Diante de tanto desejo, quase que satisfeita, tenho masturbado. Não sinto falta de um grande e poderoso falo. Sinto falta de novas e avassaladoras emoções. É desesperante. Meu libido deve ser consumido. Há um desequilíbrio. Covarde que sou ao me consumir noites e madrugadas adentro fantasiando os mais loucos e ardentes encontros, me negando ao prazer, pelo medo de me tornar vil. Mas corroída, a fim de não me tornar Messalina: uma ninfomaníaca que nunca alcança seu total; decidi acabar com a covardia me entregando para outro a qualquer custo.
Outro dia surgiu a oportunidade. Tinha uma viagem a serviço a Fortaleza, lá tentaria saciar o meu desejo. No ônibus ninguém interessante. No hotel idem. Restavam os barzinhos depois da capacitação. Também não deu certo, as amigas prefiram ir ao shopping. Como so tinha uma noite em Fortaleza decidi me passar por uma prostituta em ponto próximo ao hotel.
Como uma louca, corri para uma lojinha que ainda estava aberta. Escolhi uma roupa extravagante de adolescente uma microssaia. Faltava a blusa. Acabei optando por uma segunda pele preta, totalmente transparente. Voltei ao Hotel e dei os toques finais.
Disfarçadamente sai antes que as meninas chegassem. Quando a porta do elevador se abriu, foi um alívio. Não havia ninguém, somente o porteiro me viu sair com as formas e seios quase à mostra. Caminhando em direção ao ponto, quase desisti ao ver que os motoristas que passavam na rua, mexiam parando o carro para olhar e, falavam: Gostosa, delícia...
Ao chegar no ponto, um lugar escuro tinha nenhuma outra mulher, dei 50 reais alegando ser nova no pedaço. Eu andava de um canto para o outro. Sentia minha vagina úmida e sedenta quase a me molhar. Estava inquieta.
Alguns minutos depois parou o primeiro carro. Um boizinho. Ele falou: Oi gata! Quanto é, em? Vamos dar uma trepada? Em gostosa? - Como não estava afim do garotão, caminhei fingindo que não estava ouvindo. O carro me seguiu. Então falei que já tinha um programa marcado e que estava aguardando. Ele seguiu caminho. Permaneci ali por mais alguns minutos. Apesar do temor de ser reconhecida, permaneci exibindo seus traços bem.
Foi quando notei um carro que estava parado, a uns 50 metros, com o farol alto. Não dava para perceber quem estava dentro. (neste momento, acredita que cheguei a pensar em uma mulher. Mas como eu nunca transei com uma mulher, aliás só beijei e foi demais. A boca é totalmente diferente da de um homem. Olha que já beijei muitos homens. A carne dela era macia e mais doce. Você acredita que me fez cócegas ...risos... Mas, por nada, troco por um homem).
O carro, vagarosamente, veio em minha direção. Como que adivinha, meu coração disparou. Então parou ao meu lado e o homem que o conduzia disse: Entre gata! - De meia idade, talvez uns quarenta, era impecável em seu porte e em seu olhar malicioso.
E sem falar uma palavra, entrei seduzida. Ouvia-se no ambiente do carro um ritmo árabe o qual desconhecia mas, que me deixava em suspense. Ao conduzir o veículo, senti suas mãos quentes entres as pernas roçando minha vulva já viscosa e banhada de fluído. Percebendo minha excitação, disse: - Mulher, você já está quente, que delícia! Gosta de prazer, não é? Estás afim de ser comida, não? - E com os lábios já molhados, me vi sem fala. Então levou seus dedos já lambuzados do meu fluído até você, cheirou e maliciosamente os levou até a boca.

Eu observava cada gesto daquele homem: primeira, seta, segunda, volante.... A cada marcha um novo som, levando-me a uma nova palpitação. E em alta velocidade conduzia o carro com segurança. Sua intimidade com a velocidade me excitava levando-me a imaginá-lo conduzindo meu corpo, controlando cada platô . (Que loucura.) E sua mão, às vezes, me apertava como se dissesse: Se segura mulher que estou aqui para te comer! Calma! Vou acabar com você. - E perdendo a referência, me vi conduzida BR afora e depois estrada de terra adentro até chegar a um chalé acolhedor. 
Ao entrar, deparei com os detalhes masculinos do ambiente. Livros misturados à garrafas de vinho, jornais conjugados à roupas e cama totalmente desarrumada. Então ele pegou um vinho e duas taças e me ofereceu: -Toma linda, você vai precisar! Qual é seu nome? - Então falei: Paula. Ao degustar o vinho que era suave, percebi seu olhar malicioso e encantador. E me olhando fixamente foi se aproximando até que me beijou tomando o vinho que ainda restava em minha boca. Foi quando suas mãos foram cobrindo meu corpo apertando-o com certa firmeza. Com sua boca carnuda e quente, deslizou em meus lábios inseguros me acariciando loucamente e depois sua língua invadiu a minha boca, fazendo- me beber seu suco. Eu estava trêmula e então me entreguei a seu louco beijo enquanto acariciava minhas nádegas e depois minha xota. Ela estava lisinha e peladinha em seus grandes lábios. Seus dedos eram para mim, o céu. Então o abracei e não resistindo fui beijando o seu pescoço. E roçando a sua barba que ainda estava por fazer, arranhava meu rosto o que me deixou meio ébria. Meu coração parecia que ia saltar pela boca.
Novamente ele colocou aquele música árabe e sentou-se em uma poltrona e disse: Agora é sua vez linda! Se liberte. Eu estou aqui para te saciar. Tire lentamente a blusa – E obediente a sua ordem tirei. E ao ver aquele homem sedutor a me deliciar, embalei-me à música e me fiz livre soltando a tigresa que estava guardada dentro do meu corpo feminino. E desejosa, dançando, foi retirando cada peça de roupa: blusa, bota, sutiã e saia ...excitando com minhas mãos: seios, colo, nádegas, vulva...Ele me olhava fixamente acariciando seu membro ainda coberto pela calça. O volume que se via entre as suas pernas era como ao de uma barraca que se arma. E o líquido que teimava em escorrer entre as minhas pernas me fez dançar mais e mais... levemente me levando a arrastar de joelhos até as suas coxas duras e grossas. Eu era sua escrava e estava disposta a dar-lhe tudo o que quisesse.
Então olhando-o nos olhos abri-lhe o feche da calça e a retirei com vontade. Sua cueca mostrava seu volume. Cheirando a virilha, me apeguei ao seu pênis que já estava avantajado sentindo-o em minhas mãos. Mais parecia um tora de tão duro. As veias estavam dilatadas e a cabeça inchada. E gostoso, desejei mordê-lo, comê-lo. E ainda ajoelhada, como um servo, o levei até boca. Senti cada veia se dilatando e sua glande crescendo. Sentia tanto prazer ao chupá-lo que seria capaz de me sufocar com o pênis que fechava-me a garganta. Da minha boca carnuda escorria um suco que o banhava e fazia deslizar mais e mais. Os seios encontraram conforto em seus joelhos, sendo roçados pelos pêlos de suas pernas. Os mamilos enrijecidos eram acariciados. Suas bolas, esparramadas, enchiam uma das palmas da minha mão. Eu gemia e bramia manhosamente. Queria esmagá-las e engoli-las. Beijando sua virilha, me vi, depois, em sua boca (que boca sedenta). Ao mesmo tempo que o beijava loucamente, o masturbava.
E ele então me jogou no tapete e beijou lentamente cada parte do meu corpo: pescoço, seios, colo... até chegar até à vagina. Meus grandes lábios se encontravam sem pêlos e os pequenos, vermelhos. E louca de prazer me segurei em seus cabelos. Ele, então, brincou com meu clitóris, lábios... chupava-os e mordia-os levemente. Com a sua língua deslizava entre o anus e o
Pegando-me pelos braços, levou-me até a mesa ordenado-me que deitasse com as pernas abertas sobre ele. E como uma escrava, obedeci. Então falou: Abra mais as penas minha vadia. Vc vai ter o que quer. E temerosa e desejosa ao mesmo tempo mais uma vez obedeci, pois o gozo é a coisa mais próxima entre o céu e a terra. E sem exitar penetrou-me com toda a força na xota molhada. Então gritei. E sem dó ele me furava abrindo minhas entranhas até o útero. Eu gritava, gemia, me contorcia. E num vai e vem fervoroso, eu me contorcia mais e mais. Ele falava: Isso gostosa... geme... tá gostando vadia, quer gozar em? Goza para o seu macho ver. Vai!...E depois flexionando o meu clitóris, apresada, gozei feito um gata manhosa gemendo várias e várias vezes baixinho e me contorcia. Dava para ver o meu útero se contrair de delírio. Foi um gozo intenso de quero mais. Percebendo a minha loucura, falou: Ai gata, está gozando, em safada? Eu ainda não acabei. Vou te fazer gritar mais e mais gostosa. Vai, goza gostoso. Isso, isso!... Me aguarde... Sem ejacular, ele me colocou por cima dele e penetrou com um dos dedos no meu anus e falou: Gata, goza linda.
-E então fui me acalmando.
Passado alguns segundos ouvi-lo dizer: Ei gata, ainda está aí? Não acabou não. Vem cá abre essas pernas de novo, quero te comer seu cuzinho e jorrar o seu líquido leitoso. Vem cá gata, eu quero gozar ao ver o seu delírio.
Pois não, disse - come a minha bundinha, vai!... Come meu cuzinho. Ele é todo seu. Vai... Vou me abrir toda para vc.
-E ele se fez novamente viril ao sentir meu gozo. Minha vagina em sucção o chupava, o levava para dentro e útero que se contraia.
E novamente ereto, me desceu da mesa e colocando-me de quatro, invadiu meu cuzinho com a sua cabeça grande e dilatada, quase arrebentando meus anéis. Então senti seu pênis me invadir, abrindo meu cuzinho fechado crescendo mais e mais... aponto de causar-me dor. Primeiro a cabeça, depois o tronco. Sempre devagar e num vai e vem lento que mais parecia um carinho. Sentia-o se dilatando e agigantando-se dentro de mim, varando-me. Eu gemia e as vezes soltava gritos de dor. Desejosa, o queria tanto, que levou-me a abrir e a prostrar mais para que ele o enterrasse... Ele falava: Aí sua puta gostosa, mexe. Dá ele todo, vai... É assim que gosta não? Vou arregaçar esse seu cuzinho apertadinho. Vem, vem... Isso... Assim... Dá para mim este cuzinho gostoso. - E a dor, se transformou em um intenso prazer e, me segurando à mesa e ele aos meios seios, o pedi para me fuder mais e mais. E atendendo minha súplica foi investindo cada vez mais estocando a sua vara em mim. Ensandecida eu gritava. Pedia para me apertar, machucar meus mamilos... bater em minhas nádegas. E como gritava escandalosamente, me tapou a boca com uma de suas mãos e penetrou com toda a sua intensidade. Eu gritava e mordia seus dedos.
Queria mais e mais. Achei que fosse morrer de tanto prazer. Estava incontrolável. E a dor se esvaiu levando-me a implorar: Me come, come....mais...mais...isso...assim. Come esse cuzinho que é todo seu. Fode a sua vadia, vai... - E ensandecidos acabamos por gozar juntos. Mais intenso, múltiplos, múltiplos e.... que se espalhavam por todo o corpo. E ele jorrou o seu sêmen na minha bunda.
Nosso gozo prosseguiu em uma escala cada vez menor até que nos demos por vencidos e extasiados. E ainda dentro de mim, sentia seu sêmen escorrer, espalhando-se pelas pernas. E como meu Zeus me beijou e me abraçou.
Depois de gozarmos intensamente, ficamos um pouco deitados no tapete e quietos. Ele sugeriu que fossemos tomar um banho. Então fomos para o chuveiro. Conversamos um longo tempo debaixo do chuveiro. De tudo um pouco. Ele era um homem culto e educado. Depois, safadamente começou a lavar meus seios, costas, nádegas até que senti suas mãos entre minhas colhas roliças, lavando minha vagina.
A cada momento seu pênis crescia um pouco. Então eu o peguei e comecei a masturbá-lo. Então resolvemos sair do chuveiro e ir para a cama. Eu na frente, me abaixei para pegar a toalha, deixando a mostra o meu cuzinho rosado. Ele ficou louco e me agarrou falando: Gata, come o seu cuzinho agora! Eu quero sentir como você!
Fiquei espantada, mas percebi que ele estava preparado, no canto da cama tinha um vibrador e um creme.
Disse então pegando o vibrador
-Vem cá e arrebita essa bundimha linda para eu te fuder.
E pegando em sua mão o conduzi até a cama chupei o seu cuzinho enviava a língua no seu rego, em um vai e vem delicioso, ele se contorcia todo e falou: Come meu cuzinho, vai!
Então ele ficou de quatro e eu fiquei em pé e fui empurrando o vibrador no seu bem devagar. E aquele membro certeiro, foi entrando nele. Sentia que o vibrador o cortava por dentro e ele gemendo de dor massageava seu cacete. Até que a dor foi transformando em prazer. Eu penetrava cada vez mais em um ritmo crescente sempre o introduzindo mais e mais. Entrava e saia. E ele passivo a tudo, às vezes deixava escapulir um grito. E ensandecido me jogou abrindo as minhas pernas e me penetrou de lado oferecendo a bunda ainda com vibrador atolado. Iniciou umas leves mexidas e eu retomei o vai vem do vibrador na sua bunda ele gritava e urrava. Nunca vi ninguém gritar tanto. E ele falando: Vai gata, fode este homem que te fode e te come... goza gata.... que eu vou gozar...isso.. assim... grita gostosa... grita....
E achando que ele fosse morrer de tanto delírio, gozou deixando minha buceta cheia de esperma e seu cuzinho ainda piscando. E ele trêmulo se desfez e caiu sobre o meu corpo e me abraçou. Então pude sentir o seu peso. Eu estava feliz. E extasiados descansamos um pouco. Depois voltamos a tomar vinho.
O dia já estava claro quando resolvemos tomar outro banho. E novamente no banheiro nos atracamos trocando beijos e carícias, onde transamos outra vez me comendo a xana por trás. Muito gostoso.
Terminado nos enxugamos e vestimos a roupa e voltamos para a cidade. Ele me deixou no Hotel, ao parar o carro abriu a carteira e sem perguntar quanto era, tirou algumas cinco notas de cem e me deu. Eu sem poder falar nada as peguei e as coloquei na bolsa. Ele me beijou profundamente como um adeus. Depois do longo beijo que não mais queria acabar, desci do carro e entrei no hotel.
Cochilei o dia todo e as amigas eram só cochichos. Na rodoviária, encontrei uma mulher ainda jovem com um neném no colo pedindo esmola. A criança, com cerca dois anos, aparentava-se desnutrida. E eu sem pensar, tirei aquelas notas da bolsa e as coloquei na mão daquela mãe a olhando nos olhos e disse: mãezinha, (forma com que os profissionais do magistério se dirigem as mães) volte para casa com o seu filho e se agarre a esta coisa linda que tem. Cuide bem dela.
Satisfeita, peguei meu ônibus e sarcasticamente, parti para minha vida de casada, como que renovada e aliviada. Só levando uma boa lembrança.

FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA

sábado, 11 de agosto de 2012

De ninfeta a puta casada devassa

Normalmente as putinhas escrevem para as meninas, mas esta mandou sua história pra mim e eu dou meu testemunho: seu marido é corno manso sim. qualquer dia ele assume. Vamos ao relato:

"Tenho 26 anos, sou morena clara, seios fartos e duros, bumbum bem delineado, empinado e lisinho, plantado em pernas bem torneadas e grossas, tudo na medida. Sou o que se pode chamar de uma morena gostosa, com meus cabelos longos, pretos e levemente cacheados. Estou acostumada a passar e chamar atenção, com os homens de todas as idades mexendo e falando gracinhas.
Desde os meus 13 anos eu ouço cantadas, mas nunca me liguei, pois era muito inocente mesmo. Fui criada numa família tradicional, sem muita malícia, o que me deixou meio desligada do assunto sexo. Porém, quando eu fiz 16 anos parece que ligaram uma tomada em mim e tudo parecia conspirar para que eu me ligasse em homens. Acho também que é porque eu sempre me deparo com alguém me falando coisinhas engraçadinhas e até obscenas. Teve uma vez que um cara, já com seus 30 anos, mostrou o pau pra mim, sentado ao meu lado no cinema. Eu olhei aquilo duro, com sua camisa meio que cobrindo e fui atraída como um ímã, até que me controlei e levantei do lado do tarado.
Quando eu tinha dezessete anos, namorei e perdi minha virgindade. Foi aí que eu conheci o verdadeiro sentido da vida e dava muito pro meu namorado, depois transei com mais um outro namoradinho e umas algumas vezes em baladas sem compromissos e dei uma parada, pois me concentrei nos estudos.
Na faculdade comecei a namorar um cara que já estava concluindo o curso e nos casamos logo depois da minha formatura. Brigamos feio no nosso aniversário de casamento, estava concentrada nos estudos pois queria logo passar num concurso e esqueci a data.

Brigamos antes porque eu não tinha mais orgasmos e estava perdendo o interesse por mim, transávamos sem preliminares e ele gozava rápido demais, isto apenas no segundo ano de casamento.
Minha estória começa exatamente aí, quando eu já estava a dias sem transar, ele simplesmente só ia pra cama quando eu estava dormindo e mal nos falávamos durante o dia. Nunca pensei que eu fosse capaz disso, gostando de sexo como eu gosto.
Um certo dia eu estava em casa estudando numa tarde de sábado, folga da empregada, folga da emprega nem estava lembrando de sexo. O James chega com um encanador para consertar a pia da cozinha. Eu estava muito à vontade, com um shortinho minúsculo, desses enfiado na bunda, e uma calcinha lindinha, também enterrada. Vestia também uma malha branca, sem soutiã, o que deixava meus biquinhos marcando a blusa. Estava deitada de bruços no sofá da sala, que dá pra ver da cozinha.
Quando o homem entrou na cozinha e me viu deitada com a bundinha pra cima ele quase teve um troço, que até o James percebeu. Já eu achei bem interessante a atitude daquele homem que me desejava e não podia me ter. Aquilo de alguma forma me excitou, me sentir mulher, mas continuei a estudar sem dar muita asa à minha imaginação, pois afinal de contas aquele homem não fazia o meu tipo e o James estava em casa.
De qualquer forma não pude deixar de reparar no seu aspecto rude, másculo e simples, com alguém que eu nunca havia me relacionado antes, já com os seus 35 anos. Bem, ele começou a fazer o serviço e eu continuei a estudar, sem dar muita importância a ele. Lá pelas tantas começou a vazar água e ele tirou sua camisa, ficando somente com sua calça jeans e o peito nu.
Pude reparar então como ele era realmente forte, com braços musculosos e ombros largos. De vez em quando ele olhava pra mim discretamente, pra James não perceber, e eu comecei a olhar também, mas sem muita intenção. De repente, o celular do James toca, ao desligar disse que ia no Centro e que não demoraria mais do que meia hora. Saiu sem despedir-se de mim.
Foi James bater aporta de casa e eu ficar toda ouriçada com aquele homem dentro da minha cozinha, quase nu. Mesmo assim, me controlei, pois isso não fazia parte das minhas ações. Mas o tarado do homem estava pensando adiante de mim, e lá pelas tantas me pediu um pouco de água. Levantei-me do sofá e fui até a geladeira, passando bem pertinho dele. Quando lhe entreguei a água ele bebeu, me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios e disse obrigado. O filho da puta sabia como provocar uma mulher.
Nem saí da cozinha e ele me pegou levemente pelo braço, perguntando se eu podia lhe dar uma ajudinha. Eu falei que não entendia nada daquilo, mas mesmo assim ajudaria. Ele disse pra eu não me preocupar, que era só fazer o que me diria. Dito isso, pediu para que eu segurasse o cano, enquanto ele vedava a rosca. Aquilo bateu forte na minha cabeça e minha imaginação acelerou. Segurei aquele cano roliço, enquanto ele, ao meu lado, roçava seu braço forte no meu peito, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, encostou mais ainda, fazendo com que meu biquinho ficasse todo ouriçado, quase furando a minha blusa.
Aquilo também me deixou molhadinha, me atordoando as idéias, tentando entender o que fazer com aquela situação. Nós dois ali, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que não estava nem aí, preocupado com o cano. Quando eu dei por mim, ele falou:

- peraí dona, e foi girando pra traz de mim, segurando o cano, me prensando, dizendo pra eu segurar forte com as duas mãos pra não jorrar.
Quando ele falou isso eu amoleci todinha e me larguei eu seus braços, encostando minhas costas no seu peito musculoso, perdendo a noção do que estava fazendo. Ele ficou um pouco assustado, mas me abraçou com carinho e perguntou:
- está passando mal, dona, já segurando meus peitos que queriam explodir de tesão.
Me entreguei completamente, comecei a arfar e disse pra ele me levar pro quarto da empregada, antes que alguém aparecesse. Ele me pegou no colo, me colocou em cima da cama e começou a me beijar loucamente, como se eu fosse a última mulher na terra. E eu ali, com um estranho gostoso, louca pra dar, sem saber o que fazer.
Mas ele sim sabia o que fazer. Começou a mamar e acariciar meus peitos deliciosos por sobre a blusa e depois foi descobrindo-os aos poucos, dizendo como eram maravilhosos. Tirou a minha blusa como um tarado e mamou até doer meus mamilos. Disse que nunca tinha pegado uma mulher gostosa como eu e queria aproveitar.
Depois de matar a sua fome de peito, foi a vez da minha bunda. Me botou de bruços, ainda de short, e passava a mão em cada pedacinho dela, acariciando e mordiscando, me fazendo rebolar como uma vagabunda no cio. Depois foi tirando meu shortinho, me deixando só de calcinha. Foi aí que ele deu um urro de tesão, dizendo:

- eu não mereço essa fartura.
A admiração daquele homem por mim só me deixava mais solta e molhada, me entregando mais a cada momento e expressão de espanto e tesão dele.
Me deixando só de calcinha e de bruços, ele se levantou, admirou o visual e depois começou de novo a passar a mão em cada curvinha da minha bunda e a mordiscar minha polpinha, me deixando alucinada. Eu rebolava na sua cara, empinava a bunda e gemia feito uma cadela. De repente, começou a passar a língua na minha xoxota com tanta sede que parecia que ia entrar de cabeça. Arredou a minha calcinha e passava a língua na bucetinha por traz, como se eu fosse realmente uma cadela. Lambia, chupava, mordiscava ela toda, chicoteava a sua língua no meu grelinho, me deixando sem fôlego. Aquele homem era realmente bom de foda. Ele ficou vários minutos dando um trato na minha bucetinha e na minha bundinha, até que percebeu que não tínhamos muito tempo. Foi então que ele começou a tirar a sua calça. Ficou só de cueca e pude ver o volume que se formava, explodindo, latejando e quase rasgando o pano.
Ainda de costas, olhei de rabo de olho quando ele tirou a cueca e soltou da prisão para o mundo aquele monumento ao homem. Era um pau lindo, enorme, grosso, cheio de veias pulsando, muito duro, com a cabeça grande e vermelha, como eu nunca tinha visto antes, nem em revista. Não me contive, virei-me e comecei a chupar aquele colosso com toda a vontade que uma mulher pode ter quando chupa um pau. Agora foi a minha vez de me demorar, devorando aquele instrumento de prazer. Chupava o pau, lambia o saco, as bolas, mordia a cabeça, que mal cabia na minha boca grande, mordia de um lado, mordia do outro, dava a volta com a língua naquele mastro intumescido e assim ia. Agarrava aquilo com as duas mãos e ainda sobrava pica pra colocar na boca. Foi uma overdose de chupada. Comecei a entender porque ele era um encanador, pois possuía um cano entre as pernas. Um cano enorme, duro e gostoso. De tanto eu ficar agarrada no cano, chupando e lambendo, ele me empurrou e disse que o melhor ainda estava por vir, que me queria todinha e que tínhamos que apressar as coisas.
Ele me virou de bruços novamente, desta vez com violência, e tirou a minha calcinha, dizendo que estava tarado por minha bunda. Falou pra eu empiná-la e relaxar. Fugi e gritei:

- NÃOOOOOOOO!
Ele se assustou e não conteve o espanto, comecei a vasculhar as gavetas da minha empregada, sabia que ela era safada, mas muito cuidadosa, tinha que ter uma camisinha ali, mas não entrava eu já estava pensando em transar sem preservativos sem não encontrasse, nós não usamos em casa, até que enfim achei duas a safada tinha dado ontem.
Pus a camisinha com todo cuidado e obedeci a ordem anterior, empinei, relaxei e senti aquela cabeçorra encostar na minha bucetinha toda melada. Ele encaixou a cabeça bem devagar e foi forçando aos poucos. Disse a ele que fazia tempo que não transava, que era pra colocar devagarzinho e que também nunca tinha experimentado um pau daquele tamanho. Ele entendeu e foi forçando, forçando, eu fui gemendo, gemendo, relaxando, rebolando.
O pau finalmente entrou com a cabeça, me causando alguma dor, mas ele esperou eu me acostumar com a grossura e foi aos poucos rebolando e me fazendo sentir um enorme prazer por ter aquela vara apontada na minha bucetinha, prestes a entrar e me rasgar. Nesse momento, eu rebolava como uma puta na vara daquele desconhecido, me sentindo a mais vadia de todas as piranhas e pedia pra ele meter mais.

Ele então sentiu que eu estava preparada e começou a atochar o caralho devagar, mas com firmeza, e eu sempre rebolando e gemendo. Como era sacana aquele homem. E como sabia fazer uma mulher se sentir desejada! Foi metendo, metendo, mordiscando as minhas costas, falando coisinhas no meu ouvido, e o pau não acabava nunca, até que eu senti uma dor lá no útero e as suas bolas esmagadas na minha bunda.
O cacetão havia finalmente completado o seu percurso rumo às minhas entranhas de vadia. Eu estava toda orgulhosa de ter aguentado uma pica de verdade, daquela envergadura.
Eu estava pensando tudo isso, super excitada, quando ele retirou o mastro até a metade e meteu tudo de novo, até os bagos. Fiquei alucinada e gozei feito uma loba, mordendo a fronha do travesseiro para não gritar muito alto. Era o gozo contido de meses. A homem então foi ao delírio e começou a bombar violentamente o seu cano de encanador. Socava, socava, socava e eu urrava, pedindo mais vara, dizendo:

- mete todo esse cano dentro de mim, seu encanador incompetente, desentope a minha bucetinha, seu vadio, mete com força esse cano, essa vara, seu molenga.
Foi só provocar o tarado que ele me puxou violentamente para o seu pau e me deixou de quatro, bombando com vontade até me fazer gozar de novo, senti seu cacete vibrar na minha bucetinha esfolada, quente e encharcada. Ele gozou e foi tirando o pau lentamente das minhas entranhas.
Quando retornou do banheiro foi logo dizendo que agora queria comer a minha bundinha. Ele estava com tanto tesão na minha bunda que foi só falar isso que o bicho ficou duro de novo.
Falei pra ele que tinha dado a bunda poucas vezes e que não sabia se ia agüentar. Por outro lado eu pensei:
quando será que eu terei outro pau desse a minha disposição? Quem tá na chuva é pra se molhar!”.
Mal pensei isso e ele foi me ajeitando, de bruços novamente (não é que o homem tarou mesmo na minha bunda?), enquanto eu reclamava e ele não ligava. Colocou a caminha passou a mão na minha bucetinha melada e lambusou meu buraquinho, tadinho, deu um trato nele com a sua língua quente e molhada e já foi encaixando a cabeçorra outra vez, só que agora na bundinha. Fiquei pensando, tadinha de mim, mas estava com tanto tesão que deixei o moço fazer o serviço completo.
Quando eu senti aquela cabeça enorme senti um calafrio de medo e de tesão. Ela estava realmente muito quente e pulsante, querendo entrar de qualquer maneira. Relaxei e deixei o mestre trabalhar. Ele começou a forçar e eu comecei a ficar preocupada. Forçou, forçou e eu tentei fugir. Ele me segurou pelas ancas, mostrou porque que é o macho e disse:

- não vou me perdoar se deixar de enrabar uma bunda maravilhosa dessa, agora tu vai até o fim, relaxa que eu vou atolar o meu caralho neste cuzinho lindo e gostoso.
Aquilo soou como uma ordem e eu me entreguei outra vez àquele desconhecido, cumprindo meu nobre e árduo dever de fêmea. Relaxei ao máximo, mordi outra vez a fronha, abri bem as pernas, me enchi de tesão e coragem e disse:

- Vem, seu encanador gostoso, faz o que tu queres, me arregaça, desgraçado, pois minha bundinha delicada e gulosa é toda tua. Parece que ele entendeu, pois foi forçando mais até que a cabecinha (modo de falar) entrou e eu literalmente quase desfaleci, mas ele me segurou e disse que eu era uma boa putinha, que era só aguentar mais um pouco, que ele estava acostumado a comer bundinha e que era assim mesmo.
Ele foi muito carinhoso, habilidoso e conquistou o direito de meter até o fim. Quando me acostumei com o bruto na bundinha, comecei a sentir algo que nunca sentira antes. Era uma sensação de prazer indescritível, tanto que parei de reclamar, comecei a rebolar devagar e ele começou a me dar os parabéns. Estava muuuuuuito gostooooooso. Encorajei meu macho a prosseguir na sua missão. Mal sabia o que me esperava, mas estava realmente muito bom ter aquele mastro no meu cuzinho entupido de pica como nunca antes.
Finalmente o caralhão foi deslizando aos poucos, cada vez mais, e eu descobri que cu não tem fundo como buceta, pois quando as bolas explodiram na minha bunda, e todo o cacete estava cravado em mim, não senti dor nenhuma, e sim um enorme prazer. Fiquei mais uma vez alucinada com aquela sensação de estar completa por dentro e mandei que ele parasse de preguiça e trabalhasse. Ele prontamente atendeu e tirou e colocou, tirou e colocou, tirou e colocou, nem sei quantas vezes, mas estava muuuuuito bom. O macho gemia, apertava a minha bunda, batia nela e dizia:

- não acredito que estou socando meu piruzão no cuzinho de uma dondoca deliciosa, dentro de sua casa, enquanto seu marido está na rua.
Quando ele disse isso, eu me lembrei do James e falei pra ele socar mais rápido que eu queria gozar pela bundinha. Nunca tinha gozado no cuzinho, e foi só ele começar a resfolegar o seu caralhão rápido e com força na minha bunda gostosa, mordendo as minhas costas, que eu gozei, mas o homem não parava, pois já tinha gozado uma vez. Comecei a rebolar como uma louca e a xingá-lo de broxa, e ele ficou maluco, dando cada bombada de me tirar do colchão, loucamente até urrar e gozar.
Ele esperou o pau amolecer um pouco até tirar da minha bundinha, pra não doer. Quando tirou, corri para o banheiro da sala com as roupas na mão, e pedi pra ele arrumar tudo. Rapidinho me lavei e me vesti, voltei e gritei pra ele fazer o mesmo, pois ainda esta nu no banheiro tentando dar descarga nas camisinhas.

Voltei ao meu sofá e ele ao seu serviço, não deu cinco minutos a James chegou. O James me olhou e perguntou se estava tudo bem, disse que tinha demorado mais que o esperado. Respondi que sim e nem tinha notado o tempo passar. Olhei para o encanador, que estava já outra vez com o cano na mão e pensei como pude fazer aquilo, ser toda fodida e arrombada, na bucetinha e na bundinha por um estranho, dentro da minha casa. Como pude cornear o meu maridinho. Pensei isso toda feliz, ardida, melada, com a bunda virada pra cima e a cabeça nas nuvens. Pensei também, como pode um marido deixar sua esposa sem sexo por dias, coloca uma homem daquele dentro de casa e simplesmente sai. Chequei a conclusão que ele queria ser corno e isto me aliviou a consciência.
Dois dias depois fizemos as pazes transamos e ele me fez gozar duas vezes, fato que só tinha acontecido antes do casamento.
Depois do encanador transei com o policial do Ronda, com o rapaz da pizza e o moço da tv a cabo. Acho que virei uma puta devassa, que vive dando por aí para desconhecidos gostosos, aproveitando-me da minha gostosura, virando a cabeça e o pau dos que entra na minha casa e dos que encontro pelo caminho na vida de concurseira.
No fundo acho que ele sabe de tudo, mas jamais admitirá. Nosso casamento está cada dia melhor, só falta passar num concurso. E vamos que vamos."


Foto meramente ilustrativa

domingo, 5 de agosto de 2012

Meu time foi goleado e a minha esposa arrombada

Mais um excelente relato de um colega nosso do Juazeiro do Norte, assim como o Beto, idealizador desse Blog, fico muito feliz com a receptividade que estamos recebendo.
Vamos ao conto de nosso colega:

"Eu sou empresario bem sucedido, casado com uma pessoa maravilhosa há uns sete anos. Nós sempre tivemos uma vida muito boa graças ao meu trabalho, o meu ramo não permite muitas ausências, mas viajamos por curtos períodos, já que não temos filhos.
Minha esposa fica completamente maluca só de ouvir a palavra 'viajem', mas ela também trabalha duro gerenciado minha loja. Sempre ficava semanas se preparando, se arrumando, comprando roupas novas, e nossas viajens sempre eram muito quentes em termos de sexo.

Ela ficava descontraída pois sabia que em um lugar diferente ninguém a conheceria e ela poderia liberar suas mais loucas fantasias. A nossa vida sexual sempre se renovava nas viagens e acontecimentos improváveis faziam com que pudéssemos ter momentos de intenso prazer.
Assim foi desde nossa lua de mel porto de galinhas, onde acabamos transando em uma praia deserta, Natal onde certa vez fizemos sexo em um hotel as janelas abertas e o vizinho da frente se masturbava enquanto ela fazia um strip tease para mim, em recife onde saíamos juntos em bares e ela voltava cheia de tesão comentando a beleza dos pernambucanos e transando como uma verdadeira devassa, provavelmente imaginando como seria foder com todos aqueles homens viris.
Minha outra grande paixão é o Leão do Mercado, acompanho todos os jogos do nosso Guarani.

Minha esposa tem a pele bem clarinha, cabelos curtos e bem arrumados, um lindo rosto e sorriso. Além da sua bunda branquinha, deliciosa e desenhada, ela tem um par de seios de fazer inveja a muitas mulheres siliconadas. Nem precisei gastar dinheiro com silicone pois seus seios são maravilhoso e possuem um belo par de bicos que costumam ficar muito duros no frio ou quando ela está excitada.
Cada vez que Guarani vencia, íamos comemorar em bares e festas. Ela adorava dançar, e provocar os homens. Algumas vezes deixava ela na pista de dança só para observar a reação dos caras nos bares. Não era incomum ver jovens que se aproximassem dela e depois de alguns minutos de dança ficavam com suas calças estufadas.

Minha esposa adorava provocar, mas não fazia mais que estas coisas.
Ela estava se comportando muito bem e sempre acabava saindo de fininho e voltando pra mesa, muito excitada.
Certa vez ela voltou a mesa depois de dançar com uns rapazes em Itapipoca, sentou-se ao meu lado e levou minha mão no meio de suas pernas. Eu nunca havia sentido sua bucetinha tão molhada. Os dedos escorregavam pra dentro da sua vagina sem eu fazer nenhuma força .
Pegamos um táxi pro hotel. E quase transamos no carro. O motorista olhava pelo espelho e dava pra ver que as vezes esfregava seu próprio caralho enquanto trocava de marchas.
Na cama chupei ela toda e meti naquela bocetinha deliciosa. Gozei rápido, pois estava com muito tesão e ela ainda queria mais. Acabei chupando o grelinho dela, pois estava muito cansado da viajem.

Em 20011 viajamos pra Fortaleza para a decisão do Cearense. O Leão do Mercado estava com chances reais de ganhar tinha um bom time e eu acreditava na conquista.
Colocamos o manto rubro negro e fomos ao estádio.
Na entrada minha esposa ficou alucinada com uns rapazes da Cearamor que gritava no Portão principal e eu apenas comentei quase gritando:
-"são um bando de gays"
Ela riu muito e disse que queria um gayzinho daquele só pra ela.
Eu brinquei e falei...
"-Vamos fazer uma aposta: se o Leão ganhar eu deixo você trepar com qualquer um que você quiser, e se o Leão perder você vai ter que tirar uma foto em local público sem calcinha...e com as pernas abertas.!"
Ela topou depois de hesitar um pocuo. Pensei comigo que minha esposinha iria pela primeira vez receber uma pica negra na minha frente, afinal a vitória do Guarani era tida como garantida.
O resultado do jogo todo mundo já sabe foi aquela humilhação: Ceará 5 e Guarani 0, o que significava que eu teria que me consolar com a foto. Mas aposta é aposta.
No dia seguinte, ainda de ressaca por causa da bebedeira de consolação depois do jogo, minha esposa colocou um vestido marrom, tipo tubinho, seu salto preferido, se arrumou toda, baton combinando com as unhas e um casaco preto.

Eu ainda fiz questão de provocar ela perguntando se ela tinha se "vestido" direitinho.
Ela fez cara de brava e desentendida, mas no fundo eu sabia que ela estava gostando da safadeza.
No café da manhã ainda fiquei provocando ela, falando pra ela abrir as pernas... pra mostrar um pouquinho. E ela coxixando brava:
-"Você tã louco? Aqui no hotel? Tá maluco? Aliás tenho uma surpresinha pra você...Acho que vai adorar..."
Eu retruquei:
-"Mesmo? Arrumou um negão???"...risos
Ela me provocando mais ainda:
-"Não seu candidato a corno...risos...fiz uma coisa que vai te deixar louco..."
Caramba....Minha esposa sabia apimentar a relação. E eu morria de curiosidade.
Saímos na porta do hotel e eu falei bem seco com ela:
-"Ali" apontando para um banco!
De onde estávamos dava pra ver claramente a entrada do hotel, e o movimento ainda não era muito grande por ser cedo. Na hora ela protestou veementemente:
-"Você tá louco? E se passar alguém? Você tá maluco ...o Leão perdeu o jogo e você o juízo..."
Eu fui me afastando e preparando a máquinha dizendo:
-"Aposta é aposta, meu bem!"
Não queria perder aquela foto por nada neste mundo.
Dava pra ver na cara dela que tinha um misto de excitação e desejo. Mas a razão ainda falava mais alto. Lentamente ela se sentou e eu fiquei ali esperando.
Ela olhou pros dois lados, abriu as pernas rapidamente e fechou.
Eu protestei:
-"Nem deu pra tirar a foto"
-"você que é lerdo "
-"E vê se sorria meu bem...", eu disse sinicamente.
Aos poucos ela foi perdendo o medo cruzou as pernas e começou a sorrir. Aproveitei e fui clicando, bem devagar e ela ficando cada vez mais soltinha, abriu as pernas e deixou o vestido escorregar oferecendo uma visão que jamais esquecerei em toda a minha vida.
Ela tinha depilado sua bocetinha deixando um fio de pelos que seguia as belas curvas de seus lábios vaginais.

Meu pau ficou duro na hora. Tive que tirar muitas fotos até que elas não saíssem tremidas...riso.
Minha esposa estava entregue e cada vez se exibia mais pra mim. Neste momento passou um senhor com uma cara mal humorada. Ela fechou de imediato as pernas e logo que ele entrou no hotel continuou a se exibir para mim.
Aí aconteceu uma coisa que mudaria o destino da nossa vida. Eis que surge de repente um segurança do hotel, com ternos, óculos escuros e um invejável porte físico. Ficamos disfarçando, mas logo chegou numa educação impecável que tinha recebido uma reclamação, e que precisava confiscar a máquina com as fotos.
Percebi que minha esposa tinha ficado muito brava e embaraçada com aquilo e eu completamente apavorado. Pensei que por causa de uma brincadeirinha dessas as nossa férias poderia ir por água abaixo, mas estava enganado.
O Segurança fez menção de chamar os outros seguranças, daí eu interví e argumentei com ele se não tinha algum modo de resolver a coisa com menos escândalo... Eu estava pensando em subornar aquele segurança ao invés de entregar as fotos da minha esposa sem calcinha e ainda por cima ter que ir a uma Delegacia.
Mas Segurança começou a olhar na minha esposa de forma estranha. Ficou pensando o que poderia lucrar com aquela história. Minha esposa ficou meio encabulada no começo, mas o cara era muito simpático e acho que nenhuma mulher resistiria aquele belo negro. Talvez fosse melhor ceder aos seus impulsos que ter sua foto publicada na internet.
Segurança perguntou que quarto estávamos e disse para nos encontrar num bar perto do hotel depois de terminado o seu expediente no fim do dia, e que se não fôssemos lá usaria as imagens do circuito interno no caso de um processo. E que era para eu levar a máquina de fotografia conosco no nosso encontro.
Eu fiquei branco na hora e olhando para traz vi uma enorme câmera de segurança apontada para a entrada principal do hotel.
Ficamos muito nervosos e apreensivos no quarto do hotel o dia todo. Chegamos no horário combinado e ao entrar no piano-bar, que era aconchegante, logo encontramos Segurança vestindo uma bela camisa social e calça jeans. Ele parecia um tanto quanto nervoso também. Eu acho que se alguém soubesse da sua proposta ele prontamente perderia o emprego.
Por incrivel que possa parecer o papo começou a transcorrer numa boa depois que percebemos que ambos não estávamos com segundas intenções.

O Segurança foi se soltando e já fazia elogios descarados a minha mulher, provavelmente ele deve ter observado bem a xoxotinha dela pelo circuito interno do hotel antes de chegar para nos pegar no flagrante.
Ele pediu para tirar uma foto com minha esposa. Ela logo foi do lado dele e já estava toda elétrica se esfregando nele. Eu achei que a história acabaria aqui. Que eu pagaria a conta, retornaria para o hotel e tudo bem. Mas eles começaram a se olhar com mais intensidade, minha mulher pegava na mão dele pra conversar e o clima esquentou.

O Segurança sem pestanejar sugeriu que fôssemos para a casa dele... Achei que Minha esposa fosse esbravejar, ou ao menos dar uma de difícil, mas nada disso aconteceu ela pediu apenas tempo para ir no banheiro passar baton.
No táxi eles sentaram atras e ficavam conversando com o rosto bem próximo um do outro e numa grande grau de intimidade. No prédio onde morava o Segurança, assim que chegamos no corredor os dois já andavam de mãos dadas e eu mais atras só olhando.
Ele disse que iria mostrar sua casa, muito bem arrumada por sinal, e foi levando minha esposa para o quarto.
Ao entrar no quarto minha esposa repentinamente começou a beijar ele na minha frente, sem o menor pudor e foi logo arrancando sua camisa. O Segurança abraçava ela com suas mão gigantes e desta vez nem se importou com as fotos que eu tirava...risos
Ele foi logo colocando a mão na bocetinha recém depiladinha da minha esposa e repetia:
-"linda maravilhosa..."
Minha esposa só gemia e eu fiquei imaginando se, com todos aqueles pelos que ela tinha na xaninha antes de depilar, os meus dedos já escorregavam fácil, como seria deslizar os dedos naquela xoxotinha lisa?
O Segurança deve ter sentido cada detalhe da sua bocetinha com seus longos dedos e logo depois sentou-se na cama e abaixou as alças de seu vestido. Começou a chupar os peitos da minha esposa que até eu ouvia. Minha esposa delirava e ela mesmo se incumbiu de levantar a parte de baixo vestido até a barriga. Eu via sua linda bunda branca, que receberia uma pica negra pela primeira vez e resolvi tirar mais fotos.

Não queria esquecer aquele momento por nada na minha vida. Ela estava linda sarrando aquele segurança e com seu vestido todo enrolado em volta de sua barriga.
Ela percebeu que eu tirava fotos e não se fez de rogada, empurrou Segurança pra cama, empinou a bunda e ainda olhou para mim e disse:
-"Tá vendo esta bocetinha? ela vai perder a virgindade prum pau negro...e você vai virar corninho pela primeira vez".
Ela estava muito excitada e começou a desabotoar a calça do segurança. Eu não acreditva no que via. Ela fazia questão de se exibir pra mim e dava pra ver sua mão com a nossa aliança desvencilhando a calça do segurança. Ela teve dificuldade, pois o pau do cara era grande.

Quando ela finalmente conseguiu soltar a calça dele, Segurança se levantou e ficou com o membro duro balançando na cara de minha esposa. Ela ficou por um longo tempo admirando aquela tora cheia de veias. Ela estava em êxtase. Nunca tinha visto ela com esta cara e começou a chupar o pau do segurança que ainda estava de cuecas. Eu me aproximei com a câmera e agora ela parecia uma modelo pornô, lambia a cabeça dele com vontade e ficava me mostrando.
Eu só conseguia crer que era minha esposa por causa da aliança.
Eu apontei o seio dela, pois queria tirar uma foto daquela linda tetona branca e ela percebendo minha intenção fez pose e ainda por cima segurou a base do pênis com uma mão e o corpo com outra para eu poder fotografar toda a potência daquele membro. O pau do cara era tão grande que quase a camisinha não cabia.
Depois de muita chupeta, o Segurança conduziu ela pro sofá. Eu sentei tirei meu diminuto membro pra fora e fiquei punhetando. A posição que eu estava era perfeita pra que eu pudesse assistir ao defloramento da minha esposa por aquela pica gigante.
O Segurança sentou no sofá e deu mais alguns beijos em minha esposa com cara de preocupada, mas com tanto tesão que foi sentando na pica dele de cócoras e de frente pra mim.

Eu não acreditei quando entrou a cabeça do pau e ela gemeu. Achei que ela fosse desistir. Qual não foi a minha surpresa quando ela soltou todo o peso do seu corpo em cima daquele caralho imenso.
O Segurança tentou segurá-la pelos seios, mas ela já estava completamente empalada naquela vara negra. E agora rebolava na pica toda enfiada. Segurança tomou controle da situação e começou a estocar ela cada vez mais, tirando e enfiando seu cajado negro em seus grandes lábios, até que a pica saísse completamente e depois retornasse fazendo com que os grandes lábios da minha esposa beijassem as bolas do seu saco a cada subida e descida.
O Segurança fodia muito bem, pois embora tivesse aquela verga enorme ainda controlava os movimentos dela forçando os seios dela pra cima e pra baixo. Ela só acompanhava sendo conduzida pelas suas tetas e o casal estava em total sincronia até gozarem entre gemidos. Seu membro não dava sinais de amolecimento.
Eles ficaram uns 15 minutos parados e depois o Segurança começou a dar umas estocadas de novo e acabaram tendo um novo orgasmo. Eu me retirei para a sala e depois ouvi o chuveiro ligar e eles ficaram lá sozinhos por quase mais uma hora.
Minha esposa voltou "vestida" e feliz, eu tentava deixar o clima mais leve servindo uma dose de wisky para o nosso segurança e ele parecia bem cansado mas fazia questão de andar pelado e balançando aquela benga, para pegar gelo na cozinha.
O Leão perdeu o jogo mas minha esposa ganhou o campeonato e um troféu grande e negro pela primeira vez."


Veja as fotos que ele fez naquele dia:










Comi a mulher do Chefe

Recebemos mais um relato, simples mas muito bom:

Quero contar um relato que aconteceu comigo, há alguns anos atrás. Eu trabalhava numa empresa e ganhei a confiança do meu chefe. Conversávamos quase sempre no horário do almoço e vez por outra nosso papo acabava falando de sexo e as vezes ele me mostrava revistas eróticas, e fui notando que ele tinha preferências por anúncios e contos de menage. 
Por varias vezes, me convidou pra conhecer a sua chácara na Chapada do Araripe, levei minha esposa e filhos algumas vezes.
Outro dia antes do final do expediente ele disse que eu teria de fazer alguns exames, tudo pago pela firma e que já estava tudo acertado com o laboratório. Quando recebi os exames vi que tinha alguns sobre doenças venéreas e teste de HIV, achei estranho, mas não comentei nada com ninguém, pois confiava no meu patrão.
Um certo dia no final do trabalho, o chefe me convidou para realizar um pequeno serviço em sua chácara, pois em entendia um pouco de hidráulica e segundo ele não conseguia um encanador.
Chegando lá, ainda era claro, por causa do horário de verão, ele me mostrou a propriedade, e depois o interior da casa, enquanto sua esposa preparava o jantar.
Ela era uma mulher muito bonita e gostosa, apesar de ser também da mesma idade nossa, tinha uns seios pequenos mais durinhos e uma bunda saliente, que a deixava ainda mais sexy. 
Depois do pequeno concerto em uma bica na área de lazer voltei a casa e vi que eles estavam assistindo um filme pornô, ela levantou e me serviu um copo com água,  agora trajava uma roupa mais fina e transparente, que dava pra notar seu corpo escultural. 
Fiquei meio sem jeito, mas percebi que havia um cumplicidade entre eles, apenas eu, que não sabia do que deveria acontecer. Ela voltou a sentar ao seu lado e logo depois ele começou a bolinar os seios dela, começou a chupa-la e descendo a mão ate sua bucetinha, e não resisti e fiquei excitado. 
Ele então pediu para que ela verificasse como eu estava e passando a mão sobre minha calça, afirmou a ele que estava duro, e ele mandou-a que prosseguisse. Ela então tirou meu pênis pra fora acariciando, e logo levou a boca, chupando, como eu nunca tinha visto igual. 
Ele olhava e comentava, e dava ordens a ela. Eu estava paralisado, ainda na porta entreaberta, ele se aproximou de nós e começou beijando suas costas enquanto ela continua chupando o meu pau. Ele acaricia seus seios com uma mão e outra em sua sua xana. Ela se contorcia e gemia, e pediu que queria ser penetrada. 
Meu chefe levou para o sofá ordenou-me a fuder sua mulher, sem jeito encostei meu cacete na sua xana, bem lubrificada e fiquei ali pincelando a xoxotinha dela e depois penetrei, lentamente no começo, mais as vezes dava uma fortes estocadas, ate que não aguentando mais ela gozou. Quando tirei meu cacete ainda duro ela me puxou pela mão e começou a chupá-lo em busca das ultimas gotas de esperma.
O marido imediatamente, começou a chupa-la também e limpando a bucetinha lisinha e agora avermelhada, até que novamente excitada, ele pediu que a enrabasse, pois queria muito ver isso. 
Ele colocou-a de quatro e lubrificante o seu anelzino com um pouco do esperma que sobrou e eu coloquei meu cacete na sua entrada e vagarosamente fui forçando e em pouco segundo estava todo dentro dela. Parei um pouco para que ela relaxasse, enquanto masturbava sua bucetinha e logo fui empurrando lentamente ate o fundo. 
Ele vibrava, mais ate agora, ele continuava, sem ter ereção. As vezes eu tirava, e quando seu cuzinho começava a se contrair, eu colocava, ela gemia, falava coisas sem nexo, e num vai e vem bem cadenciado, notei que ela chegava novamente ao orgasmo. Seu cuzinho contraia, parecendo que iria morder minha rola, e assim não aguentei também gozei junto com ela, inundando seu buraquinho com meu leite. 
Descansamos um pouco, tomamos banho, e ela foi preparar um lanche, e era uma delicia, vendo-a desfilar completamente nua, em nossa frente. 
Quando olhei o relógio já passava das oito da noite, pensei estou frito, mas meu patrão foi me deixar em casa e gentilmente se justificou com minha esposa dizendo que eu tinha resolvido um problema que a muito tempo ele não consegui resolver.
Naquela noite fiz amor com minha esposa de uma forma muito diferente e gostoso.
Por mais de dois anos transei com a mulher do meu chefe, certo dia no seu próprio escritório, mas nunca sem ele está presente. Ninguém nunca desconfiou.
Infelizmente minha esposa passou num concurso e fomos morar em outro Estado, outro dia o encontrei na ExpoCrato e vi que ele já tinha me substituído, pois a vi na mesa com outro rapaz.
Senti ciúmes, mas vi que os três estavam felizes.

sábado, 4 de agosto de 2012

Dando a três e meu marido fotografando

Publico mais relato que recebi via email, muito putinha esta nossa amiga:
 
"Depois que fui liberada por meu maridinho hà 4 anos atrás tive alguns casos, alguns amantes, algumas surubas, que deixaram lembranças deliciosas, mas o último sábado foi glorioso, perigoso mas muito gostoso, meu corninho comprou pra mim uma legging branquinha bem fininha e transparente e uma regatinha vermelha para irmos ao ExpoCrato.
Pra deixá-lo mais excitado, de roupa intima usei apenas um sutiã vermelho sob a regata, minha xaninha lisinha como pele de bebê ficava escandalosamente exposta e meu bumbum estava um escandalo.
No parque fomos convidados por um amigo de Recife que tinha alugado uma chácara e ia rolar um churrasco, chegando lá tinha apenas duas meninas e uns seis rapazes, todos pernambucanos, cada um mais lindo que o outro e logo serviram-me um copo de cerveja gelada que sorvi de um gole só, para baixar um pouco o fogo, rapidinho serviram outro copo e outro, resultado fiquei bem alegrinha e descontraída, sabia que meu marido não ia conseguir segurar aquela turma toda, então resolvi deixar rolar, logo um dos rapazes se chegou mais perto e começamos a conversar.
Ele pediu para entrarmos na sala e sentamos numa espécie de sofá que parecia tinha saído do túnel do tempo e começamos a falara putaria.
Alguns minutos depois ele já estava espalmando minha xaninha por sobre o tecido fino de uma forma tão suave que não consegui segurar um gemido, ia gemer novamente mas recebi um beijo que começou suave ficando quente bem quente, rapidinho molhei a calça com minha excitação.
As coisas aconteceram rápido demais, de repente me vi cercada por três homens lindos que rapidamente me desnudaram e enquanto o primeiro chupava minha xana e cuzinho, tinha meu corpo acariciado e por mãos e bocas, antes de me perder naquela loucura de sensações vi meu Marido num canto se masturbando com a cena de sua esposinha sendo devorada por dois homens.
Perdi a noção de tudo quando agasalhei em minha xana um pau duro e bem grosso e antes de me acostumar com as ondas deliciosas de prazer que aquele pau me proporcionava senti outro pau penetrando o meu rabinho aí sim me entreguei ao prazer, sem vergonha de gemer escandalosamente, chamei o terceiro e comecei a chupa-lo escandolosamente.
Nesse momento meu marido já tinha gozado e estava fotografando aqueles machos possuindo sua esposa gulosa.
Suplicava para ser fudida por todos aqueles machos, a cada orgasmo atingido eu retribuía apertando com minha xana o pau que me proporcionava tanto prazer, fui a loucura.
Mal recebia uma carga quente e poderosa de esperma já era penetrada por outro pau tão quente e delicioso quanto o anterior, todos eles fuderam tanto a minha xana, fiquei espantada com a potência daqueles rapazes que me fudiam de todo jeito e no final gozavam gostoso dentro de mim.
Depois de horas sendo fudida por aqueles os machos gostosíssimos fui tomar um banho, demorei um pouco pois não parava de sair esperma de mim, então pedi para meu corninho me levar pra casa. Estava toda ardida, mas satisfeita por ter conseguido saciar todos aqueles machos.
No carro meu corninho ficou muito satisfeito, pois gozou duas vezes e fez excelente fotos, chegando em casa dei o cuzinho a ele pois ele gosta demais de sentir minha buceta frouxa e depois gozar no meu cuzinho."

Esta foto foi enviada por ela: